Publicado: 08/08/2018 - 10:50 | Atualizado: 10/08/2018 - 12:57

SEE SP: saíram o conteúdo e bibliografia para supervisor

Seleção contará com uma oferta de 372 vagas. Exigência de formação específica e experiência no magistério, com inicial de R$ 4,2 mil

Edital sai em agosto

Por JCConcursos - Fernando Cezar Alves

A Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (SEE/SP) divulgou, por meio de publicação em diário oficial, nesta quarta-feira, 8 de agosto, a resolução SE 50, de 7 de agosto, que dispões sobre o perfil, competências e capacidades técnicas, bem como bibliografia e legislação que serão cobradas no próximo concurso público para o preenchimento de 372 vagas para o cargo de supervisor de ensino.A divulgação reforça declaração do governador Márcio França, em 3 de junho, de que o edital deve ser publicado em agosto. Para isto, agora o último empecilho é a confirmação da banca, que deve ocorrer nos próximos dias. 

O concurso, que vem sendo aguardado desde 20 de março, quando autorizado  pelo ex-governador Geraldo Alckmin.  

A comissão do certame. já formada, é presidida pela servidora Maria Stella Perin e conta, ainda, com Patricia da Silva Gomes e Maria Silva Sanchez Bortolozzo representando a coordenadoria de gestão de recursos humanos; Selma Denise Gaspar, representando a coordenadoria geral de educação básica;  Cristina de Cássia Mabelini da Silva, como suplente, da Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Professores; Vivian Dibbi Gimenes, da assessoria técnica de planejamento; Aparecida Manharelo Gimenez, do grupo de legislação educacional. 

Para concorrer será necessário possuir licenciatura plena em pedagogia ou pós-graduação na área de educação e experiência mínima de oito anos de exercício no magistério, dos quais três devem ser em gestão educacional. A remuneração básica da categoria é de  R$ 4.350,59, considerando o valor básico de R$ 3.356,59 e a gratificação de R$ 994, já considerando o reajuste de 7% concedida pela lei complementar 1.317, sancionada em 22 de março.

O novo concurso para supervisor de ensino vem sido planejado desde 2014, quando o então governador Geraldo Alckmin chegou a anunciar que estava autorizando a contratação de 146 novos servidores. Porém, a autorização não chegou a ser oficialmente publicada, o que ocorreu somente em fevereiro deste ano. Na ocasião, chegou a ser até mesmo anunciada qual seria a banca organizadora, com a indicação da Fundação Vunesp, por dispensa de licitação. Ainda deverá ser definido se este procedimento deverá ser mantido.


De acordo com o último levantamento funcional, divulgado em 28 de abril deste ano, com base até 30 de dezembro de 2017, o quadro de servidores da carreira conta com uma defasagem de 461 profissionais, o que reforça a possibilidade de mais nomeações durante o prazo de validade do concurso, além das vagas autorizadas pelo governador.

Último Concurso
Vale lembrar que o último concurso para o cargo ocorreu há exatos dez anos, em 2008. A organizadora, na ocasião, foi o Instituto Cetro e a seleção contou com provas de conhecimentos sobre a formação básica e específica do supervisor, com duas partes. A primeira teve uma avaliação objetiva, com 80 questões, e a segunda, uma prova dissertativa, com quatro. Para a classificação final também foram considerados títulos, com limite de dez pontos.      

Perfil, Conteúdo Programático e Bibliografia

Resolução SE - 50, de 7-8-2018

Dispõe sobre perfil, competências e capacidades técnicas requeridos aos Supervisores de Ensino da rede estadual de ensino, e sobre referenciais bibliográficos e legislação, que fundamentam e orientam a organização de concursos públicos e processos seletivos, avaliativos e formativos, e dá providências correlatas

O Secretário da Educação, à vista do que lhe representaram a Coordenadoria de Gestão da Educação Básica - CGEB e a Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Professores do Estado de São Paulo “Paulo Renato Costa Souza” - EFAP, e considerando a importância da: definição do perfil profissional do Supervisor de Ensino da rede estadual de ensino, que propicie educação básica inclusiva, democrática e de qualidade; definição das competências e capacidades técnicas a serem desenvolvidas para a carreira de Supervisor de Ensino; sistematização de capacidades e conhecimentos a serem considerados nos processos avaliativos e formativos para acompanhamento do trabalho do Supervisor de Ensino; seleção de bibliografia, publicações institucionais e legislação que informem requisitos mínimos necessários à elaboração de concurso público e processos seletivos para provimento de cargos de Supervisor de Ensino do Quadro do Magistério - QM/SE, resolve:

Artigo 1º - Fica aprovado o Anexo, integrante desta resolução, que dispõe sobre o perfil, as competências e as capacidades técnicas a serem requeridos aos integrantes do Quadro do Magistério - QM/SE, no exercício de cargo de Supervisor de Ensino, bem como sobre os referenciais bibliográficos, as publicações institucionais e a legislação, que versam sobre conhecimentos e capacidades mínimos, em consonância com as competências exigidas para o exercício desse cargo nos concursos e processos seletivos promovidos por esta Pasta.

Artigo 2º - Os subsídios para o aprofundamento das capacidades, conhecimentos e atitudes requeridos nos termos desta resolução serão propostos em Curso Específico para Supervisores de Ensino ingressantes, na organização dos processos avaliativos e nas ações formativas previstas em legislação.

Artigo 3º - O Curso para Supervisores de Ensino ingressantes, os processos seletivos, avaliativos e formativos implicam, obrigatoriamente, a observação dos seguintes aspectos, dentre outros, constantes do Anexo a que se refere o artigo 1º desta resolução:

I - o perfil profissional proposto;

II - os princípios que orientam a ação do Supervisor de Ensino;

III - a proposição de trabalho nas dimensões de atuação definidas.

Artigo 4º - Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação, ficando revogadas as disposições em contrário e, em especial, o inciso I do Anexo B constante da Resolução SE52, de 14.8.2013.

Supervisor de Ensino

1. Perfil do Supervisor de Ensino

O Supervisor de Ensino, lotado na Diretoria Regional de Ensino, desempenha ações de assessoria, planejamento, controle, avaliação e proposição de políticas públicas. Orienta e acompanha escolas públicas, elabora relatórios periódicos de suas atividades relacionadas ao funcionamento das escolas nos aspectos pedagógicos, de gestão e de infraestrutura, propondo medidas de ajuste necessárias, com vistas à constante melhoria do atendimento educacional do sistema de ensino paulista.

No campo administrativo, realiza a orientação, acompanhamento, fiscalização e o saneamento de atos administrativos nas escolas públicas e privadas, de forma individual ou por meio de comissões. No campo pedagógico, presta assessoria, orientação e acompanhamento do planejamento, desenvolvimento e avaliação do ensino e da aprendizagem nas escolas públicas.

A atuação do Supervisor de Ensino está fundamentada nas teorias e práticas educacionais, nas normas legais pertinentes à educação nacional e à educação básica oferecida pelo Sistema de Ensino do Estado de São Paulo, no contexto escolar e na concepção de gestão democrática e participativa, com vistas à promoção de um ensino público de qualidade para todos os estudantes.

Na Diretoria de Ensino o supervisor assessora o Dirigente Regional de Ensino no desempenho de suas funções, participa do processo coletivo de construção do plano de trabalho da Diretoria de Ensino, elabora seu plano de trabalho articulado com o Núcleo Pedagógico, bem como acompanha o desenvolvimento de programas de educação continuada propostos pela Secretaria da Educação para aprimoramento da gestão escolar.

Realiza estudos e pesquisas, emite pareceres e propõe ações voltadas para o desenvolvimento do sistema de ensino, acompanha a utilização dos recursos financeiros e materiais para atender às necessidades pedagógicas e aos princípios éticos que norteiam o gerenciamento de verbas públicas.

Na escola da rede pública estadual, o supervisor auxilia na formulação da proposta pedagógica e acompanha sua execução.

Orienta, acompanha, monitora o desenvolvimento de ações voltadas à melhoria da atuação da equipe escolar, dos docentes e do desempenho dos alunos, buscando, numa ação conjunta, soluções e formas adequadas ao aprimoramento do trabalho pedagógico e administrativo da escola.

Bibliografia

Legislação e Publicações Institucionais

1. SÃO PAULO (Estado). Decreto 57.141, de 18-07-2011.

Reorganiza a Secretaria da Educação e dá providências correlatas.

Livros e Artigos

1. ALVES, Nilda (coord.). Educação e supervisão: o trabalho coletivo na escola. 13. ed. São Paulo: Cortez, 2011.

2. MURAMOTO, Helenice Maria Sbrogio. Ação, reflexão e diálogo: o caminhar transformador. In: FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO. Escola: espaço de construção da cidadania. São Paulo: FDE, 1994. p. 133-142. (Ideias, 24).

3. POSSANI, Lourdes de Fátima Paschoaletto; ALMEIDA, Júlio Gomes; SALMASO, José Luis (org.). Ação Supervisora: tendências e práticas. Curitiba: CRV, 2012.

4. RANGEL, Mary (org.). Supervisão e gestão na escola: conceitos e práticas de mediação. 3. ed. Campinas: Papirus, 2015.

5. RANGEL, Mary; FREIRE, Wendel (org.). Supervisão escolar: avanços de conceitos e processos. Rio de Janeiro: Wak, 2010.

6. SILVA JUNIOR, Celestino; RANGEL, Mary (org.). Nove olhares sobre a supervisão. Campinas: Papirus, 2004. Ebook.

Princípios que orientam a ação do supervisor na SEE-SP.

1.1. Compromisso com uma educação com qualidade social e com a aprendizagem com igualdade e equidade para todos O exercício profissional do Supervisor de Ensino requer a capacidade de assessorar, orientar, monitorar, acompanhar, avaliar e subsidiar a equipe escolar no desenvolvimento de capacidades e atitudes necessárias para a promoção da qualidade da educação e no comprometimento com as aprendizagens dos estudantes. O Supervisor de Ensino deve zelar, no seu âmbito de atuação, pela defesa e concretização das garantias constitucionais relacionadas à Educação Básica. Cabe ao Supervisor de Ensino desempenhar ações referenciadas em valores e princípios democráticos e participativos, éticos, de inclusão, de justiça e equidade.

Competências Gerais

Capacidade de:

Promover os princípios da gestão democrática e participativa, éticos, de inclusão, de justiça e equidade, bem como os princípios da administração pública, no âmbito das escolas públicas.

Atuar como interlocutor dos programas educacionais entre a escola, a DE e a SEE-SP.

Atuar como orientador das estratégias de implementação

das políticas públicas e programas educacionais considerando o contexto das escolas.

Apoiar a elaboração do Plano de Trabalho da Diretoria de Ensino considerando as diretrizes e metas da SEE-SP contidos no Plano Estadual de Educação e as necessidades das escolas.

Acompanhar e subsidiar a elaboração e implementação da proposta pedagógica, do Regimento Escolar, do plano de gestão (ou outro) nas escolas, de acordo com as teorias, princípios da SEE-SP e a legislação pertinente.

Contribuir para o fortalecimento da autonomia e do trabalho coletivo das equipes escolares na reflexão sobre a prática, no (re) Planejamento, na elaboração da Proposta Pedagógica e na elaboração e execução do Plano de Gestão, bem como nos diferentes ambientes institucionais da SEE-SP.

Subsidiar as Diretorias de Ensino e os órgãos centrais no acompanhamento, monitoramento, avaliação e (re)planejamento das estratégias de implementação das políticas educacionais.

Orientar a gestão dos processos de implementação, acompanhamento, monitoramento, avaliação e proposição das políticas educacionais na Diretoria de Ensino e nas escolas.

Conhecimento de/o:

Papel social da educação e a função social da escola na sociedade contemporânea e no contexto local.

Princípios e diretrizes de políticas educacionais nacionais e da SEE-SP no contexto social e de desenvolvimento do país e do Estado de São Paulo, bem como a sua implementação.

Princípios e mecanismos institucionais, legais e normativos de organização, desenvolvimento e avaliação do sistema de ensino e da escola.

Papel das instâncias federal, estadual e municipal na definição e implementação de políticas educacionais.

Bibliografia

Legislação e Publicações Institucionais

1. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil (1988). (Artigos 5º, 6º; 205 a 214).

2. BRASIL. Lei 8.069, de 13-07-1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança do Adolescente e dá outras providências. (Artigos 1º a 6º; 15 a 18-B; 60 a 69).

3. BRASIL. Lei 9.394, de 20-12-1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

4. BRASIL. Lei 13.005, de 25-06-2014. Aprova o Plano Nacional de Educação - PNE e dá outras providências.

5. BRASIL. Lei 13.146, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência).

6. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão. Conselho Nacional da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica. Brasília: MEC, SEB, DICEI, 2013.

7. BRASIL. Resolução CNE/CEB 4, de 13-07-2010. Define Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica.

8. SÃO PAULO (Estado). Constituição Estadual (1989). (Artigos 111, 237 a 242).

9. SÃO PAULO (Estado). Decreto 57.571, de 02-12-2011. Institui, junto à Secretaria da Educação, o Programa Educação - Compromisso de São Paulo e dá providências correlatas.

10. SÃO PAULO (Estado). Deliberação CEE 125/14. Dispõe sobre a inclusão de nome social nos registros escolares das instituições públicas e privadas no Sistema de Ensino do Estado de São Paulo e dá outras providencias correlatas. (Indicação CEE 126/14 anexa).

11. SÃO PAULO (Estado). Lei 16.279, de 08-07-2016. Aprova o Plano Estadual de Educação de São Paulo e dá outras providências.

Livros e Artigos

1. CORTELLA, Mário Sérgio. A escola e o conhecimento: fundamentos epistemológicos e políticos. 15. ed. São Paulo: Cortez, 2016.

2. FERREIRA, Naura Syria C. (org.) Supervisão educacional para uma escola de qualidade: da formação à ação. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2010.

3. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 43. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2011.

4. LEVY, Pierre. Cibercultura. 3. ed. São Paulo: Editora 34, 2010.

5. LIBÂNEO, José Carlos; OLIVEIRA, João Ferreira; TOSCHI, Mirza Seabra. Educação escolar: políticas, estrutura e organização. 10. ed. rev. e ampl. São Paulo: Cortez, 2012. (Introdução, p. 39-57, 2ª Parte, p. 141-306 e 4ª Parte, p. 405- 543.)

6. OLIVEIRA, Michele Pereira. Educação inclusiva: uma necessidade imediata. Sorocaba: Recanto da Letras, 2008.

1.2. Gestão democrática e participativa

O exercício profissional do Supervisor de Ensino deve pautar-se pelos princípios da gestão democrática e participativa, bem como pelos princípios da administração pública, quais sejam: legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, razoabilidade, finalidade, motivação e interesse público. As diretrizes da Secretaria de Estado da Educação orientam as práticas da supervisão. Sua atuação visa apoiar a elaboração, acompanhamento e monitoramento da implementação da proposta pedagógica das escolas sob sua supervisão e a participação na elaboração e execução do Plano de Trabalho da Diretoria de Ensino, com vistas à gestão democrática.

Capacidade de: Atuar, de forma coletiva, na elaboração do Plano de Trabalho da Diretoria de Ensino e dos desafios de sua implementação. Subsidiar e orientar a equipe gestora da escola sobre procedimentos de construção coletiva/participativa da Proposta Pedagógica, do  Regimento Escolar e do Plano de Gestão.  Orientar na implementação de processos democráticos e participativos, na gestão de recursos humanos, físicos e materiais disponíveis com foco na aprendizagem dos alunos e melhoria dos resultados. Orientar e acompanhar a constituição e a atuação de instituições auxiliares e órgãos colegiados na escola. Orientar e acompanhar a ação da rede protetiva e de justiça restaurativa para a garantia de direitos e deveres de todos. Orientar na implementação de estratégias para o envolvimento da comunidade escolar, assim como de redes de comunicação (entre escolas, comunidade e sociedade civil) que contribuam para a qualidade da educação e promoção da aprendizagem dos estudantes.

Conhecimento de: Princípios da gestão democrática e participativa. Direitos humanos: perspectivas históricas e sociais. Colegiados e instituições auxiliares da escola. Estratégias para caracterizar o perfil socioeconômico e cultural em diferentes âmbitos. Identidade, cultura e clima escolar e práticas cotidianas da escola. Representações sociais sobre diversidade, gênero e etnia. Estratégias de mobilização e participação. Rede protetiva e justiça restaurativa. Parceria escola-comunidade.

Bibliografia:

Legislação e Publicações Institucionais

1. BRASIL. Lei 7.398, de 4 de novembro de 1985. Dispõe sobre a organização de entidades representativas dos estudantes de 1º e 2º graus e dá outras providências.

2. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Conselhos escolares: democratização da escola e construção da cidadania. Brasília: MEC/SEB, 2004. (Caderno 1, parte II).

3. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Política nacional de educação especial na perspectiva da educação inclusiva. Brasília: MEC/SECADI, 2008.

4. SÃO PAULO (Estado). Decreto 12.983, de 15-12-1978.  Estabelece o Estatuto Padrão das Associações de Pais e Mestres.

5. SÃO PAULO (Estado). Deliberação CEE 10/97. Fixa normas para elaboração do Regimento dos Estabelecimentos de Ensino Fundamental e Médio. (Indicação CEE 9/97 anexa).

6. SÃO PAULO (Estado). Deliberação CEE 77/08. Estabelece orientações para a organização e distribuição dos componentes do ensino fundamental e médio do sistema de ensino do Estado de São Paulo. (Indicação CEE 77/08 anexa).

7. SÃO PAULO (Estado). Deliberação CEE 138/16. Fixa normas para autorização de funcionamento e supervisão de estabelecimentos e cursos de educação infantil, ensino fundamental, médio e de educação profissional de nível técnico, no sistema estadual de ensino de São Paulo. (Indicação CEE 141/16 anexa).

8. SÃO PAULO (Estado). Indicação CEE 13/97. Diretrizes para elaboração de regimento das escolas do Estado de São Paulo.

9. SÃO PAULO (Estado). Lei Complementar 444, de 27-12-1985. Dispõe sobre o Estatuto do Magistério Paulista e dá providências correlatas (art. 95).

10. SÃO PAULO (Estado). Ministério Público do Estado de São Paulo. Curso de introdução à justiça restaurativa para educadores: manual prático. São Paulo: MPSP, 2012.

11. SÃO PAULO (Estado). Parecer CEE 67/98. Normas Regimentais Básicas para as Escolas Estaduais. (Título II - Da gestão democrática, Capítulos I, II, III – seções I e II - e V).

Livros e Artigos

1. CARDOSO, Heloísa. Supervisão: um exercício de democracia ou de autoritarismo? In: ALVES, Nilda (org.). Educação & supervisão: o trabalho coletivo na escola. 13. ed. São Paulo: Cortez, 2011.

2. CARVALHO, Maria Celeste da Silva. Progestão: como construir e desenvolver os princípios de conveniência democrática na escola? módulo V. Brasília: Consed, 2009.

3. CASTRO, Jane Margareth; REGATTIERI, Marilza (org.). Interação escola família: subsídios para práticas escolares. Brasília: UNESCO; MEC, 2010.

4. COSTA, Antonio Carlos Gomes da; VIEIRA, Adenil. Protagonismo juvenil: adolescência, educação e participação democrática. São Paulo: FTD, 2006.

5. DOURADO, Luiz Fernandes. Progestão: como promover, articular e envolver a ação das pessoas no processo de gestão escolar? módulo II. Brasília: Consed, 2009.

6. FERREIRA, Naura Syria Carapeto. Repensando e ressignificando a gestão democrática da educação na cultura globalizada. Educação & Sociedade, Campinas, v. 25, n. 89, p. 1227-1249, set./dez, 2004.

7. FUSARI, José Cerchi. A construção da proposta educacional e do trabalho coletivo na unidade escolar. In: FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO. A autonomia e a qualidade do ensino na escola pública. São Paulo: FDE, 1993. p. 69-75. (Idéias, 16).

8. LÜCK, Heloisa. Concepções e processos democráticos de gestão educacional. 9. ed. Petrópolis: Vozes, 2013. (Cadernos de Gestão)

9. LUIZ, Maria Cecilia; NASCENTE, Renata Maria Moschen (org.). Conselho escolar e diversidade: por uma escola mais democrática. São Carlos, SP: EDUFSCAR, 2013. (Capítulos 1 e 6).

10. MARÇAL, Juliane Corrêa; SOUSA, José Vieira de. Progestão: como promover a construção coletiva do projeto pedagógico da escola? módulo III. Brasília: CONSED, 2009.

11. OLIVEIRA, Dalila Andrade (org.). Gestão democrática da educação: desafios contemporâneos. 8. ed. Petrópolis: Vozes, 2013.

12. SOUSA, Sandra Zakia Lian. Conselho de classe: um ritual burocrático ou um espaço de avaliação coletiva? In: FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO. Ensino no período noturno: contradições e alternativas. São Paulo: FDE, 1998. p. 45-59. (Idéias, 25).

13. TORRES, C. A.; O’CADIZ, M. D. P.; WONG, P. L. Educação e democracia: a práxis de Paulo Freire em São Paulo. São Paulo: Cortez, 2002.

14. VEIGA, Ilma Passos Alencastro Veiga (org.). Projeto político pedagógico da escola: uma construção possível. Campinas, SP: Papirus, 1995. (Magistério: formação e trabalho pedagógico)

1.3. Planejamento estratégico

O exercício profissional do Supervisor de Ensino deve mobilizar metodologias e instrumentos de participação na elaboração de políticas públicas, bem como na assessoria, acompanhamento, monitoramento e avaliação da atuação das escolas, em articulação com as demais equipes da Diretoria de Ensino, considerando as diretrizes da política educacional da SEE-SP, o contexto de seu trabalho e a necessária promoção da qualidade da educação.

Capacidade de:

Compreender a supervisão de ensino, seus princípios e métodos, como elemento estratégico e articulador na implementação de políticas públicas de: gestão escolar, desenvolvimento curricular, avaliação institucional, desempenho da escola, aprendizagem do aluno e formação continuada de profissionais. Atuar como articulador na proposição, elaboração e  implementação do planejamento estratégico das DE e escola. Apoiar o Dirigente Regional de Ensino e os diretores de Centros e Núcleos da Diretoria de Ensino na definição integrada de ações prioritárias, metas de curto, médio e longo prazos e de estratégias para alcançá-las. Integrar-se à equipe de supervisores e às equipes de Centros e Núcleos da DE, em especial o Núcleo Pedagógico, sobretudo para a execução do Plano de Trabalho da Diretoria de Ensino e apoio à implementação da Proposta Pedagógica e Plano de Gestão das escolas. Apoiar a elaboração e a implementação do Plano de Trabalho da Diretoria de Ensino, articulado com a Equipe de Supervisão de Ensino. Incentivar, na Diretoria de Ensino e na escola o uso das tecnologias digitais da informação e da comunicação para explorar suas potencialidades nos processos administrativos e didático-pedagógicos.

Conhecimento de: Planejamento estratégico. Teoria de Administração.  Plano de Gestão como instrumento de planejamento e monitoramento. Processos, fluxos, índices, indicadores e instrumentos de planejamento e gestão. Tecnologias Digitais de Comunicação e Informação (TDCI) aplicadas ao contexto educacional.

Bibliografia

Legislação e Publicações Institucionais

1. BRASIL. Decreto 6.094, de 24-04-2007. Dispõe sobre a implementação do Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação, pela União Federal, em regime de colaboração com Municípios, Distrito Federal e Estados, e a participação das famílias e da comunidade, mediante programas e ações de assistência técnica e financeira, visando a mobilização social pela melhoria da qualidade da educação básica.

2. SÃO PAULO (Estado). Decreto 57.141, de 18-07-2011. Reorganiza a Secretaria da Educação e dá providências correlatas.

Livros e Artigos

1. ALMEIDA, Maria Elizabeth B. de; SILVA, Maria da Graça Moreira da. Currículo, tecnologia e cultura digital: espaços e tempos de web currículo. Revista e-curriculum, São Paulo, v. 7, n. 1, abr. 2011.

2. CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.

3. GOMES, Candido Alberto. A escola de qualidade para todos: abrindo as camadas da cebola. Ensaio: avaliação e políticas públicas em educação, Rio de Janeiro, v. 13, n. 48, jul./set. 2005.

4. MURICI, Izabela Lanna; CHAVES, Neuza. Gestão para resultados na educação. 2. ed. São Paulo: Falconi, 2016.

5. PERFEITO, Cátia Deniana. Planejamento estratégico como instrumento de gestão escolar. Educação Brasileira, Brasília, v. 29, n. 58 e 59, p. 49-61, jan./dez. 2007.

6. SANTAELLA, Lúcia. A aprendizagem ubíqua substitui a educação formal? Revista de Computação e Tecnologia da PUC--SP, v. 2, n. 1, 2010.

1.4. Foco em qualidade e em resultados O exercício profissional do Supervisor de Ensino deve assegurar os subsídios necessários ao desenvolvimento do Plano de Trabalho da Diretoria de Ensino e da Proposta Pedagógica da escola e as aprendizagens previstas no Currículo do Estado de São Paulo, considerando os indicadores e resultados de diferentes modalidades e processos de avaliação.

Capacidade de: Promover espaços coletivos de reflexão na Equipe de Supervisão de Ensino, de forma articulada ao Núcleo Pedagógico da Diretoria de Ensino, sobre os resultados obtidos pelas escolas da DE e proposição de ações a serem implementadas. Analisar e interpretar os indicadores e resultados educacionais (considerando diferentes dimensões e âmbitos ? local, estadual e nacional) com vista a proposições de ações formativas para a melhoria da aprendizagem dos estudantes. Orientar e subsidiar a equipe gestora na proposição, implementação e utilização de processos e instrumentos de acompanhamento e monitoramento de ações e de resultados da escola. Acompanhar as ações realizadas pelas escolas para o monitoramento de seus resultados, intervindo quando necessário. Orientar a equipe gestora para a mobilização da comunidade escolar com vistas à análise dos resultados e à proposição de ações focadas no alcance de resultados e na melhoria constante da qualidade do ensino. Orientar as escolas sobre os processos avaliativos.

Conhecimento de: Princípios, finalidades, métodos e operacionalização de

diferentes modalidades e processos avaliativos. Indicadores educacionais e sociais, em especial, IDH/IDHM, IDESP, IDEB. Indicadores de desempenho e fluxo. Métodos, técnicas e instrumentos de monitoramento de processos e de resultados educacionais.

Bibliografia

Legislação e Publicações Institucionais

1. SÃO PAULO (Estado). Lei 13.068, de 10-06-2008. Dispõe sobre a obrigatoriedade de as escolas da rede pública estadual comunicarem o excesso de faltas de alunos, na forma que

especifica.

2. SÃO PAULO (Estado). Resolução SE 27, de 29-03-1996. Dispõe sobre o Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo.

3. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Currículo do Estado de São Paulo: linguagens, códigos e suas tecnologias. 2. ed. São Paulo: SE, 2011. (p. 09 a 26.)

4. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Matrizes de Referência para avaliação SARESP: documento básico. São Paulo: SEE, 2009. p. 07 a 20.

5. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Programa de qualidade da escola: nota técnica. São Paulo: SEE, 2018.

Livros e Artigos

1. CASTRO, Maria Helena Guimarães de. Sistema de avaliação da educação no Brasil: avanços e novos desafios. São Paulo em Perspectiva, São Paulo, v. 23, n. 1, p. 05-18, jan./jun. 2009.

2. GANDIN, Danilo. Planejamento como prática educativa. 19. ed. São Paulo: Loyola, 2011.

3. LIBÂNEO, José Carlos; OLIVEIRA, João Ferreira; TOSCHI, Mirza Seabra. Educação escolar: políticas, estrutura e organização. 10. ed. rev. e ampl. São Paulo: Cortez, 2012. (Introdução, p.

39-57, 2ª Parte, p. 141-306, e 4ª Parte, p. 405-543.)

2. Dimensões de atuação do supervisor de ensino

2.1. Assessoria à gestão pedagógica

O exercício profissional do Supervisor de Ensino deve assessorar o trabalho pedagógico na Diretoria de Ensino e nas escolas para assegurar a aprendizagem a todos os estudantes.

Campo de Atuação

Competências Gerais

Planejamento, desenvolvimento, monitoramento e avaliação do ensino e aprendizagem

Capacidade de:

Sistematizar dados e informações sobre as características das escolas e seus resultados. Definir estratégias de acompanhamento adequadas ao contexto de cada escola. Estabelecer estratégias de acompanhamento das escolas e orientar a equipe gestora para o acompanhamento do processo de ensino, de aprendizagem e de seus resultados. Acompanhar, propor e realizar intervenções junto às escolas e equipes para implementação e desenvolvimento do currículo, articuladas com o Núcleo Pedagógico. Orientar a proposição e execução de ações administrativas e pedagógicas que impactem na aprendizagem. Acompanhar a utilização de materiais de apoio, de recursos físicos e financeiros e a mobilização de pessoas e equipes para favorecer a aprendizagem. Conhecimento de/o: Métodos, técnicas e instrumentos de acompanhamento do trabalho pedagógico desenvolvido na escola. Teorias de aprendizagem e de desenvolvimento. Indicadores educacionais e estratégias para identificar as principais variáveis que impactam nas aprendizagens na escola. Abordagens do processo de ensino e aprendizagem. Referencial teórico-prático de monitoramento, observação e gestão da sala de aula e de processos de intervenção pedagógica. Fundamentos conceituais e metodológicos da avaliação. Processos, estratégias e instrumentos de avaliação. Currículo Oficial e materiais de apoio a sua implementação, Matrizes da Avaliação em Processo e do Saresp. Critérios e procedimentos para análise de resultados de aprendizagem.

Bibliografia

Legislação e Publicações Institucionais

1. BASE Nacional Comum Curricular.

2. BRASIL. Resolução CNE/CP 2, de 22-12-2017. Institui e orienta a implantação da Base Nacional Comum Curricular, a ser respeitada, obrigatoriamente, ao longo das etapas e respectivas modalidades no âmbito da Educação Básica.

3. SÃO PAULO (Estado). Deliberação CEE 9/97. Institui, no Sistema de Ensino do Estado de São Paulo, o regime de progressão continuada no ensino fundamental. (Indicação CEE 8/97 anexa).

4. SÃO PAULO (Estado). Deliberação CEE 59/06. Estabelece condições especiais de atividades escolares de aprendizagem e avaliação, para discentes cujo estado de saúde as recomende.

(Indicação CEE 60/06 anexa).

5. SÃO PAULO (Estado). Deliberação CEE 155/17. Dispõe sobre avaliação de alunos da Educação Básica, nos níveis fundamental e médio, no Sistema Estadual de Ensino de São Paulo e dá providências correlatas. (Indicação CEE 161/17 anexa).

6. SÃO PAULO (Estado). Resolução SE 81, de 16-12-2011. Estabelece diretrizes para a organização curricular do ensino fundamental e do ensino médio nas escolas estaduais.

7. SÃO PAULO (Estado). Resolução SE 73, de 29-12-2014. Dispõe sobre a reorganização do Ensino Fundamental em Regime de Progressão Continuada e sobre os Mecanismos de Apoio Escolar aos alunos dos Ensinos Fundamental e Médio das escolas estaduais.

8. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Coordenadoria de Gestão da Educação Básica. Currículo de matemática dos anos iniciais do ensino fundamental: orientações curriculares do Estado de São Paulo. Versão preliminar. São Paulo: SEE/CGEB, 2014.

9. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Coordenadoria de Gestão da Educação Básica. Orientações didáticas fundamentais sobre as expectativas de aprendizagem de língua portuguesa: anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º ano). São Paulo: SEE/CGEB, 2013.

10. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Coordenadoria de Gestão da Educação Básica. Reorganização do ensino fundamental e do ensino médio. São Paulo: SE, 2012.

11. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Currículo do Estado de São Paulo: ciências da natureza e suas tecnologias. 1. ed. atual. São Paulo: SE, 2012. (p. 07 a 24).

12. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Matrizes de referência para avaliação SARESP: documento básico. São Paulo: SEE, 2009. p. 07 a 20.

13. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Programa de qualidade da escola: nota técnica. São Paulo: SEE, 2009.

14. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Proposta Curricular do Estado de São Paulo. São Paulo: SE, 2012? p. 07-20.

Livros e Artigos

1. ALVES, Nilda (coord.). Educação e supervisão: o trabalho coletivo na escola. 13. ed. São Paulo: Cortez, 2011.

2. BONAMINO, Alicia; SOUSA, Sandra Zákia. Três gerações de avaliação da educação básica no Brasil: interfaces com o currículo da/na escola. Educação e Pesquisa. v. 38, n. 2, p. 373-388, abr./jun. 2012.

3. EM ABERTO: Gestão escolar e formação de gestores. Brasília: INEP, v. 17, n. 72, abr./jun. 2000.

4. INDICADORES da qualidade na educação. São Paulo: Ação Educativa, 2004.

5. LA TAILLE, Yves de; OLIVEIRA, Marta Kohl de; DANTAS, Heloysa. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. 27. ed. São Paulo: Summus, 1992.

6. LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições. 22. ed. São Paulo: Cortez, 2011.

7. MOREIRA, Antonio Flavio Barbosa. Currículo, diferença cultural e diálogo. Educação & Sociedade. São Paulo, ano 23, n.79, p. 15-38, ago. 2002.

8. PADILHA, Paulo Roberto. Planejamento dialógico: como construir o projeto político-pedagógico da escola. 9. ed. São Paulo: Cortez; Instituto Paulo Freire, 2017.

9. SACRISTÀN, J. Gimeno; PÉREZ GOMES, A. I. Compreender e transformar o ensino. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 1998.

10. SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 3. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2015.

11. VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Avaliação: concepção dialética libertadora do processo de avaliação escolar. 18. ed.São Paulo: Libertad, 2008

12. VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Planejamento: projeto de ensino-aprendizagem e projeto político pedagógico. 22. ed. São Paulo: Libertad, 2012

13. ZABALA, Antoni; ARNAU, Laia. Como aprender e ensinar competências. Porto Alegre: Artmed, 2010. 2.2. Gestão de Processos Administrativos O exercício profissional do Supervisor de Ensino deve assegurar que as dimensões administrativa e pedagógica da gestão educacional, na SEE-SP, na Diretoria de Ensino e na escola, estejam a serviço da qualidade social da educação.

Campo de Atuação

Competências Gerais

Atribuição de aula

Capacidade de: Assessorar e subsidiar o Dirigente Regional de Ensino na condução das equipes da DE e equipe escolar nas ações pedagógicas e administrativas do processo de atribuição de classes e aulas. Propor à SEE-SP ações para melhoria do processo de atribuição de aulas. Orientar, assessorar e acompanhar os procedimentos e registros do processo de atribuição e demandar as providências necessárias do Centro de Recursos Humanos da Diretoria de Ensino.

Conhecimento de: Diretrizes da SEE-SP para o processo de atribuição de aulas. Atribuições do Supervisor de Ensino e do Centro de Recursos Humanos da DE. Implicações pedagógicas do processo de atribuição de classes/aulas. Diligência, apuração, e sindicância

Capacidade de: Assessorar e/ou participar dos procedimentos para a realização de: diligência, apuração preliminar e sindicância, emitindo relatórios conclusivos que subsidiem na tomada de decisão do Dirigente Regional de Ensino. Assessorar o órgão central e regional da SEE-SP e/ou participar dos procedimentos para a realização de: diligência, apuração preliminar e sindicância, emitindo relatórios conclusivos que subsidiem na tomada de decisão da autoridade competente. Fiscalizar rotinas de trabalho e registros documentais.

Conhecimento de/a:

Diretrizes e normas legais. Princípios básicos da Administração Pública. Procedimentos de diligência, apuração preliminar e sindicância. Procedimentos de realização, registro e elaboração de relatórios em processos de diligências, apuração preliminar, e sindicância. Saneamento Capacidade de: Encaminhar e/ou propor recursos saneadores quando constatados indícios de irregularidades nas escolas de acordo com a legislação pertinente. Orientar, acompanhar e avaliar as ações de saneamento propostas.

Conhecimento de:

Princípios básicos da Administração Pública. Diretrizes e normas legais. Organização e funcionamento da escola pública

Capacidade de: Orientar as equipes gestoras quanto à organização da escola de forma a articular os processos administrativos a serviço da aprendizagem dos alunos. Acompanhar e demandar aos respectivos Centros da Diretoria de Ensino a execução dos processos de vida funcional, vida escolar, documentação e registros, bem como a emissão dos documentos, respeitando os tramites e prazos. Acompanhar e monitorar a expedição de documentos respeitando prazos e fluxos, de forma articulada com as equipes da Diretoria de Ensino e o Dirigente Regional de Ensino

Conhecimento de/a:

Atribuições dos Centros que integram a estrutura da DE. Fundamentos e princípios sobre a estrutura e funcionamento do sistema escolar. Processos de vida funcional, vida escolar, documentação e registros. Recursos e serviços

Capacidade de:

Orientar e fiscalizar a gestão financeira de serviços e recursos da escola, em atendimento aos princípios básicos da administração pública e em articulação com a proposta pedagógica. Orientar e fiscalizar a gestão de recursos para elaboração e monitoramento dos planos de gestão de serviços e de aquisição de material e patrimônio. Orientar a participação de instituições e colegiados no acompanhamento da gestão de recursos e serviços da escola.

Conhecimento de/o/a:

Fundamentos de sistema de recursos físicos, financeiros e de serviços para a administração pública da educação. Fontes de financiamento da educação e formas de transferência de recursos financeiros públicos destinados à escola. Mecanismos e instrumentos de planejamento, monitoramento e aplicação de recursos financeiros. Papel das instituições e colegiados no planejamento, captação, aplicação e prestação de contas de recursos financeiros. Escolas particulares: Autorização, funcionamento, documentos e vida escolar

Capacidade de:

Realizar os procedimentos necessários para a autorização de abertura de escola. Atuar nos processos de autorização para instalação e funcionamento de escolas e cursos. Orientar e fiscalizar a organização e o funcionamento das escolas e os aspectos relativos à vida escolar e à documentação. Elaborar representação sobre indícios de irregularidades.

Conhecimento de/o/a: Critérios e procedimentos para autorização de instalação, funcionamento e encerramento de escola e de cursos. Normas e procedimentos legais para o funcionamento de escolas e cursos. Os procedimentos legais para acompanhamento do funcionamento da escola; Normas e procedimentos sobre sindicância nas escolas particulares; Documentação e registros escolares  Normas e procedimentos na verificação de vida escolar em relação à matrícula, transferência, classificação, reclassificação, avaliação, recurso, progressão parcial, aproveitamento de estudos e equivalência de estudos.

Bibliografia

Legislação e Publicações Institucionais

1. BRASIL. Lei 9.394, de 20-12-1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

2. BRASIL. Lei 12.527, de 18-11-2011. Regula o acesso a informações previsto no inciso XXXIII do art. 5º, no inciso II do § 3º do art. 37 e no § 2º do art. 216 da Constituição Federal; altera a Lei 8.112, de 11-12-1990; revoga a Lei 11.111, de 5 de maio de 2005, e dispositivos da Lei 8.159, de 8 de janeiro de 1991; e dá outras providências.

3. BRASIL. Resolução CNE/CEB 4, de 13-07-2010. Define Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica.

4. SÃO PAULO (Estado). Decreto 57.141, de 18-07-2011. Reorganiza a Secretaria da Educação e dá providências correlatas.

5. SÃO PAULO (Estado). Decreto 58.052, de 16-05-2012. Regulamenta a lei federal 12.527, de 18-11-2011, que regula o acesso a informações, e dá providências correlatas.

6. SÃO PAULO (Estado). Deliberação CEE 138/16. Fixa normas para autorização de funcionamento e supervisão de estabelecimentos e cursos de educação infantil, ensino fundamental, médio e de educação profissional de nível técnico, no sistema estadual de ensino de São Paulo. (Indicação CEE 141/16 anexa).

7. SÃO PAULO (Estado). Lei 10.177, de 30-12-1998. Regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Estadual.

8. SÃO PAULO (Estado). Lei 10.261, de 28-10-1968. Dispõe sobre o Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado. (Artigos 239 a 328).

9. SÃO PAULO (Estado). Resolução SE 51, de 01-11-2017. Dispõe sobre o cumprimento do disposto na Deliberação CEE 138/16, quanto ao processo de autorização de funcionamento e supervisão de estabelecimentos de ensino e cursos da rede privada de ensino presencial, nos diferentes níveis e modalidades, integrantes do Sistema Estadual de Ensino de São Paulo.

10. SÃO PAULO (Estado). Secretaria de Educação. Algumas questões sobre apuração preliminar. São Paulo: SEE, 2013.

Livros e Artigos

1. DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito administrativo. 31. ed. São Paulo: Forense, 2018.

2. PINTO, José Marcelino de Rezende; SOUZA, Silvana Aparecida de. (Org). Para onde vai o dinheiro? Caminhos e descaminhos do financiamento da educação. São Paulo: Xamã, 2014.

2.3. Gestão de pessoas e equipes Diagnosticar as necessidades de formação continuada e propor ações formativas para a melhoria da prática gestora, docente e de funcionários de apoio. Participar da elaboração e do desenvolvimento de programas de educação continuada propostos pela Secretaria da Educação para melhoria da gestão escolar.

Campo de Atuação

Competências Gerais

Aperfeiçoamento profissional

Capacidade de: Propor aos órgãos centrais, regionais e locais ações de formação com vistas ao aperfeiçoamento profissional. Mobilizar as equipes gestoras e docentes para estudos sobre teorias e práticas de gestão, docência, processos de ensino e aprendizagem e temas do cotidiano escolar. Identificar demandas de formação na escola e articulá-las com demais Centros e Núcleos da Diretoria de Ensino. Conhecer as iniciativas de formação continuada da SEE-SP e articulá-las com as necessidades e demandas das escolas, propondo ações quando necessário. Orientar e elaborar, conjuntamente com os demais Centros e Núcleos da Diretoria de Ensino, planos e ações formativas para suprir necessidades de aperfeiçoamento e atualização dos gestores e professores. Orientar, assessorar, monitorar e avaliar os processos e ações formativos desenvolvidos na escola, considerando os indicadores e metas da escola.

Conhecimento de: Teorias e práticas de gestão escolar, docência e processos de ensino e aprendizagem. Metodologias de pesquisa em educação.  Diretrizes de formação da SEE-SP. Sistemas de cadastros de projetos formativos e recursos oferecidos pelos órgãos centrais e DE. Processos de desenvolvimento profissional. Estratégias de implementação de programas e projetos. Métodos, técnicas e instrumentos de avaliação de ações de formação. Liderança e comunicação

Capacidade de: Propor o trabalho integrado, na DE, para a concretização de objetivos, metas e a melhoria contínua dos processos e resultados. Apoiar a escola e as equipes da DE na promoção de um clima organizacional que favoreça a comunicação, o engajamento profissional, o relacionamento interpessoal e a socialização de experiências na equipe de supervisores. Utilizar canais de comunicação e de articulação da DE com a escola.

Conhecimento de:

Princípios, abordagens, métodos, processos e ferramentas de liderança e comunicação.

Tecnologias Digitais de Comunicação e Informação (TDCI) aplicadas à educação. Avaliação de desempenho Orientar os processos de avaliação de desempenho. Levantar, juntamente com as equipes gestoras, as necessidades formativas com base na avaliação de desempenho. Encaminhar ao Dirigente Regional de Ensino, proposições de intervenções. Métodos, técnicas e instrumentos de avaliação de desempenho e sua utilização nas diferentes instâncias da SEE-SP.

Bibliografia

Legislação e Publicações Institucionais

1. SÃO PAULO (Estado). Decreto 55.078, de 25-11-2009. Dispõe sobre as jornadas de trabalho do pessoal docente do Quadro do Magistério e dá providências correlatas.

2. SÃO PAULO (Estado). Decreto 62.216, de 14-10-2016. Regulamenta a Avaliação Especial de Desempenho para fins de estágio probatório dos ingressantes nos cargos de Diretor de Escola do Quadro do Magistério da Secretaria da Educação, prevista na Lei Complementar 1.256, de 6 de janeiro de 2015, e dá providências correlatas.

3. SÃO PAULO (Estado). Lei 10.261, de 28-10-1968. Dispõe sobre o Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado. (Artigos 239 a 328).

4. SÃO PAULO (Estado). Lei complementar 444, de 27-12- 1985. Dispõe sobre o Estatuto do Magistério Paulista e dá providências correlatas (Artigos 61, 62, 63 e 95).

5. SÃO PAULO (Estado). Lei complementar 1.256, de 06-01-2015. Dispõe sobre Estágio Probatório e institui Avaliação Periódica de Desempenho Individual para os ocupantes do cargo de Diretor de Escola e Gratificação de Gestão Educacional para os integrantes das classes de suporte pedagógico do Quadro do Magistério da Secretaria da Educação e dá providências correlatas.

6. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Professores do Estado de São Paulo. Diretrizes de Formação Continuada para Gestores da SEE--SP. São Paulo: SEE/EFAP, 2017.

7. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Professores do Estado de São Paulo. Eixos de Formação. São Paulo: São Paulo: SEE/EFAP, 2017.

Livros e Artigos

1. CORTELLA, Mario Sérgio. Qual é a tua obra? Inquietações propositivas sobre gestão, liderança e ética. 24. ed. Petrópolis:Vozes, 2015.

2. CORTELLA, Mario Sérgio; MUSSAK, Eugênio. Liderança em foco. 7. ed. Campinas: Papirus, 2009.

3. LÜCK, Heloísa. Liderança em gestão escolar. 9. ed. SãoPaulo: Vozes, 2014.

Vídeos Secretaria Estadual

Mais Lidas

Comissão de Finanças e Tributação

Comissão de Finanças e Tributação

MPU e CNMP: PL que aumenta salários aguarda parecer

Mais Recentes

Atualizado: 09/08/2018 - 14:37

Concurso em Pirassununga SP seleciona para cinco vagas

Edital disponibiliza chances para cozinheiro, professor e médico. Prazo para inscrição termina em 28 de agosto

Interior paulista

Por JCConcursos - Samuel Peressin

Município paulista localizado a cerca de 200 km da capital, Pirassununga abriu concurso público para preencher cinco vagas no quadro da prefeitura

 

A carreira de cozinheiro (1 posto e salário de R$ 1.120,85) é destinada a profissionais com nível fundamental completo.

 

Curso superior é requisito para professor de educação infantil/ensino fundamental (1 - R$ 2.746,14), professor de artes (1 - R$ 22,65 por hora/aula), médico ginecologista (1 - R$ 50,32 por hora) e médico pediatra (1 - R$ 50,32 por hora).

 

 

Inscrição e etapas

 

 

A SHDias, banca que organiza a seleção, recebe inscrições até 28 de agosto, por meio do site www.shdias.com.br. As taxas custam R$ 23,34 (cozinheiro) e R$ 63,22 (demais funções).   

 

O concurso envolverá três etapas: prova objetiva (todos os cargos), em 16 de setembro, avaliação prática (cozinheiro), em data a ser definida, e análise de títulos (médico e professor), com envio dos títulos à empresa organizadora até 29 de agosto.   

 

O processo seletivo terá validade de dois anos, com possibilidade de prorrogação por mais dois, a critério do governo municipal, conforme estabelece o edital.

 

 

Concurso Prefeitura Pirassununga: o que estudar para a prova de cozinheiro

 

 

Língua portuguesa - Todo Conteúdo Programático até a 8ª série/ 9º ano, como por exemplo: Ortografia; Divisão Silábica; Gênero, Número; Frases; Sinais de Pontuação; Acentuação; Relação entre palavras; Uso da crase; sinônimos, homônimos e antônimos; Fonemas e letras; Substantivo; Adjetivo; Artigo; Numeral; Verbos; Conjugação de verbos; Pronomes; Encontros vocálicos; Encontros consonantais e dígrafo; Tonicidade das palavras; Sílaba tônica; Sujeito e predicado; Formas nominais; Locuções verbais; Adjuntos adnominais e adverbiais; Termos da oração; Concordância nominal; Concordância verbal; Regência verbal; Vozes verbais; Regência nominal; Aposto; Vocativo; Interjeição; Funções e Empregos das palavras “que” e “se”; Uso do "Porquê"; Comparações; Criação de palavras; Uso do travessão; Discurso direto e indireto; Imagens; Pessoa do discurso; Relações entre nome e personagem; História em quadrinhos; Relação entre ideias; Intensificações; Personificação; Oposição; Provérbios; Discurso direto; Onomatopeias; Oposições; Repetições; Relações; Expressões ao pé da letra; Palavras e ilustrações; Metáfora; Associação de ideias. Leitura e interpretação de texto.

 

Matemática e raciocínio lógico - Todo Conteúdo Programático até a 8ª série/ 9º ano, como por exemplo: Números inteiros; Números Naturais; Numeração decimal; Operações fundamentais como: Adição, Subtração, Divisão e Multiplicação; Antecessor e Sucessor; Medindo o tempo: horas, minutos e segundos; Problemas matemáticos; radiciação; potenciação; máximo divisor comum; mínimo divisor comum; Sistema de medidas: medidas de comprimento, superfície, volume, capacidade, tempo e massa; problemas usando as quatro operações. Conjunto de números: naturais, inteiros, racionais, irracionais, reais, operações, expressões (cálculo); Porcentagem; Juros Simples; Regras de três simples e composta; Sistema Monetário Nacional (Real); Equações: 1º e 2º graus; Inequações do 1º grau; Expressões Algébricas; Fração Algébrica; Sistemas de numeração; Operações no conjunto dos números naturais; Operações fundamentais com números racionais; Múltiplos e divisores em N; Radiciação; Conjunto de números fracionários; Operações fundamentais com números fracionários; Problemas com números fracionários; Números decimais; introdução à geometria; Geometria Plana: Plano, Área, Perímetro, Ângulo, Reta, Segmento de Reta e Ponto; Teorema de Tales; Teorema de Pitágoras; Noções Básicas de trigonometria; Relação entre grandezas: tabelas e gráficos; Avaliação de sequência lógica e coordenação viso-motora, orientação espacial e temporal, formação de conceitos, discriminação de elementos, reversibilidade, sequência lógica de números, letras, palavras e figuras. Problemas lógicos com dados, figuras e palitos. Compreensão do processo lógico que, a partir de um conjunto de hipóteses, conduz, de forma válida, a conclusões determinadas. Estrutura lógica de relações arbitrárias entre pessoas, lugares, objetos ou eventos fictícios; deduzir novas informações das relações fornecidas e avaliar as condições usadas para estabelecer a estrutura daquelas relações. Compreensão e elaboração da lógica das situações por meio de: raciocínio verbal, raciocínio matemático, raciocínio quantitativo e raciocínio sequencial.
 

Continuar lendo

Atualizado: 08/08/2018 - 15:33

Águas de Santa Bárbara: concurso com inscrições abertas

Oportunidade é de sete vagas para cargos de todos os níveis escolares. A participação deverá ser garantida até o dia 21 de agosto

Interior de SP

Por JCConcursos - Patricia Lavezzo

Encontram-se abertas as inscrições do concurso da Prefeitura Municipal da Estância Hidromineral de Águas de Santa Bárbara, localizada no Estado de São Paulo. O edital oferece sete postos de todos níveis de escolaridade. 

As funções de eletricista (1 vaga) e pedreiro (1) exigem ensino fundamental e pagam, respectivamente, R$ 1.700,45 e R$ 1.123,41.

Aqueles que concluíram o ensino médio estão aptos à carreira de monitor educacional (1), cujo salário é de R$ 1.040,84.

Para quem tem licenciatura plena em pedagogia, as chances são para os cargos de diretor de creche (1), diretor de escola (1), professor de educação básica I (1) e supervisor municipal de ensino (1). As remunerações variam de R$ 2.511,36 a R$ 4.272,80. 

Para participar basta preencher o formulário de inscrição no endereço eletrônico da banca organizadora, a Consesp (www.consesp.com.br), e efetuar o pagamento da taxa, nos valores de R$ 15 para ensinos fundamental e médio e R$ 16 para nível superior. O prazo para registrar as candidaturas se encerrará no dia 21 de agosto. 

O certame contará com as seguintes avaliações: prova objetiva para todos os cargos e análise de títulos para nível superior. 

Marcada para o dia 23 de setembro, a prova objetiva será composta por 30 questões de múltipla escolha que versarão sobre as disciplinas de língua portuguesa, matemática, conhecimentos educacionais e/ou conhecimentos específicos. 

 

Atribuições do cargo de monitor educacional

 

Realizar a tarefa de monitorar e cuidar das crianças, oportunizando o desenvolvimento das mesmas, atendendo questões específicas relativas aos cuidados relativos a higiene, segurança e alimentação das mesmas; receber afetivamente as crianças, dentro de um ambiente acolhedor; auxiliar na promoção da adaptação das crianças que estão ingressando nas escolas municipais; realizar suas tarefas com respeito, compreensão e carinho; conhecer as características individuais das faixas etárias assistidas para uma atuação mais eficaz e de qualidade; auxiliar na realização de atividades lúdicas e dirigidas, que proporcionem o desenvolvimento integral da criança, visando potencializar aspectos corporais, afetivas, emocionais, estéticos e éticos na perspectiva de contribuir para a formação de crianças felizes e saudáveis; comprometer-se com a prática educacional, respondendo às demandas familiares e das crianças; garantir a segurança das crianças na instituição; garantir a segurança das crianças no uso do transporte escolar; zelar pela correta entrega da criança ao seu responsável ao sair do transporte escolar; comunicar à equipe diretiva do estabelecimento os fatos e acontecimentos relevantes do dia e, se necessário, juntamente com a direção, informar aos pais; proceder e orientar as crianças no que se refere à higiene pessoal, atendendo a faixa etária de atuação; servir refeições e auxiliar na alimentação, deixando o ambiente limpo e organizado, após seu uso; promover e zelar pelo horário de repouso; prestar atendimento em casos de pequenos ferimentos ou outras situações, informando ao responsável; manter disciplinadas as crianças quando sob sua responsabilidade; zelar pelos objetos pertencentes à escola de educação infantil e pertencente às crianças; zelar pelas crianças durante as atividades livres no pátio; ministrar medicamentos conforme prescrição médica; acompanhar as crianças em suas atividades educacionais como passeios, visitas, festas; observar, anotar e organizar registros das crianças matriculadas na rede municipal de ensino, em seu plano de trabalho e na agenda das crianças; zelar pela limpeza e organização do ambiente de trabalho; ter relação de respeito com seus colegas de trabalho; participar de reuniões pedagógicas e administrativas, seminários, encontros, palestras, sessões de estudo e eventos relacionados à educação; cumprir o plano de trabalho, seguindo orientações da equipe diretiva da escola e do serviço de coordenação pedagógica; colaborar com atividades de articulação da escola com as famílias e a comunidade; executar outras tarefas.

Continuar lendo

Atualizado: 08/08/2018 - 15:31

Descalvado SP: edital para 34 vagas sai em setembro

Seleção contará com oportunidades para diversos cargos, com opções em todos os níveis de escolaridade. Edital em breve

Todos os níveis

Por JCConcursos - Fernando Cezar Alves

A Prefeitura de Descalvado, no interior paulista, a 242 km da capital e próxima a Araraquara, deve publicar o edital do seu novo concurso público já no início de setembro. A informação foi obtida junto a coordenação do certame. O processo está em fase de ajustes finais, que estão sendo feitos com a banca organizadora, que será  a RBO Concursos Públicos

A seleção contará com uma oferta de 34 vagas. Do total de oportunidades, sete são para cargos com exigência de ensino fundamental, 14 para ensino médio e 13 para nível superior. As remunerações iniciais de cada cargo ainda serão anunciadas.

 

Ensino Fundamental
Quem possui ensino fundamental poderá concorrer aos cargos de ajudante geral (1 vaga), artífice (1), cozinheira (1), inspetor de alunos (1), monitor de creche (1), motorista (1) e operador de máquinas (1).

 

Ensino Médio
Para ensino médio: agente comunitário de saúde (10), comprador (1), escriturário (1), operador de estação de tratamento de água e esgoto (1) e técnico de enfermagem (1).

 

Nível Superior
Por fim, para nível superior: contador (1), enfermeiro (1), farmacêutico (1), fonoaudiólogo (1), médico neurologista (1), médico otorrinolaringologista (1), médico psiquiatra (1), médico de PSF (1), procurador jurídico municipal (1), professor de educação básica I (1), professor de educação básica II (1) e psicólogo (1).


De acordo  com o edital de licitação, todos os procedimentos do concurso deverão ser feitos dentro de um prazo de quatro meses, contando da data de assinatura do contrato com a banca.   
       

 

Continuar lendo

Atualizado: 08/08/2018 - 11:07

Ribeirão Preto SP inscreve para concurso com 112 vagas

Seleção preencherá postos em diversos cargos de níveis médio e superior de ensino. Prazos para inscrição variam conforme a carreira

Salários até R$ 7,4 mil

Por JCConcursos - Samuel Peressin

A Prefeitura de Ribeirão Preto, no interior paulista, abriu nesta quarta-feira (8) as inscrições para o concurso destinado a preencher 112 vagas imediatas. As oportunidades estão distribuídas entre três editais. 

 

A seleção requer ensino médio para agente comunitário de saúde (16 postos e salário de R$ 2.970,25), professor de educação básica (30 - R$ 3.748,87), técnico em enfermagem (10 - R$ 3.818,54) e técnico em processamento de dados (2 - 3.916,70) - as duas últimas carreiras também exigem formação técnica. 

 

Há ofertas de nível superior para arquiteto (1 - R$ 6.173,59), assistente social (2 - R$ 5.746,73), engenheiro civil (1 - R$ 6.173,59), farmacêutico (2 - R$ 5.746,73), fisioterapeuta (1 - R$ 5.746,73), veterinário (1 - R$ 5.869,57), neuropediatra (2 - R$ 7.410,61), pediatra (12 - R$ 7.410,61), psiquiatra infantil (2 - R$ 7.410,61) e professor nas áreas de arte (2), ciências físicas e biológicas (2), educação física (8), geografia (3), história (3), inglês (2), língua portuguesa (5) e matemática (5), com vencimentos de R$ 4.074,72. 

 

 

Inscrições e etapas do concurso da Prefeitura de Ribeirão Preto 2018

 

 

As candidaturas devem ser registradas por meio do site da Vunesp (www.vunesp.com.br), mediante o pagamento de taxas entre R$ 56,50 e R$ 95. O prazo termina em 12 de setembro, exceto para as vagas de professor, cujo período para inscrições se encerra no dia 20 do mesmo mês.   

 

Todos os candidatos serão submetidos à prova objetiva de conhecimentos gerais e específicos, em 21 de outubro. Além disso, para os concorrentes a professor, a seleção prevê redação, no mesmo dia, e análise de títulos, em datas a serem definidas. 

• APOSTILAS CONCURSO PREFEITURA DE RIBEIRÃO PRETO 2018 - DIVERSOS CARGOS

De acordo com os editais, o concurso da Prefeitura de Ribeirão Preto terá validade de dois anos, prorrogável por mais dois, a critério do governo municipal. 

 

 

Concurso Prefeitura Ribeirão Preto: principais atribuições do agente comunitário de saúde

 

 

Desenvolver ações que busquem a integração entre a equipe de saúde e a população adscrita à UBS, considerando as características e as finalidades do trabalho de acompanhamento de indivíduos e grupos sociais ou coletividade; trabalhar com adscrição de famílias em base geográfica definida: a microárea; estar em contato permanente com as famílias desenvolvendo ações educativas, visando à promoção da saúde e a prevenção das doenças, de acordo com o planejamento da equipe; cadastrar todas as pessoas de sua microárea e manter os cadastros atualizados; orientar famílias quanto à utilização dos serviços de saúde disponíveis; desenvolver atividades de promoção da saúde, de prevenção das doenças e de agravos, e de vigilância à saúde, por meio de visitas domiciliares e de ações educativas individuais e coletivas nos domicílios e na comunidade, mantendo a equipe informada, principalmente a respeito daquelas em situação de risco; acompanhar, por meio de visita domiciliar, todas as famílias e indivíduos sob sua responsabilidade, de acordo com as necessidades definidas pela equipe; cumprir com as atribuições atualmente definidas para os ACS em relação à prevenção e ao controle da malária e da dengue, conforme a Portaria nº 44/GM (Gabinete do Ministro da Saúde), de 3 de janeiro de 2002; participar do processo de territorialização e mapeamento da área de atuação da equipe, identificando grupos, famílias e indivíduos expostos a riscos, inclusive aqueles relativos ao trabalho, e da atualização contínua dessas informações, priorizando as situações a serem acompanhadas no planejamento local; realizar o cuidado em saúde da população adscrita, prioritariamente no âmbito da unidade de saúde, no domicílio e nos demais espaços comunitários (escolas, associações, dentre outros), quando necessário; realizar ações de atenção integral conforme a necessidade de saúde da população local, bem como as previstas nas prioridades e protocolos da gestão local; garantir a integralidade da atenção por meio da realização de ações de promoção da saúde, prevenção de agravos e curativas; entre outras atividades. 
 

Continuar lendo

Atualizado: 08/08/2018 - 10:50

SEE SP: saíram o conteúdo e bibliografia para supervisor

Seleção contará com uma oferta de 372 vagas. Exigência de formação específica e experiência no magistério, com inicial de R$ 4,2 mil

Edital sai em agosto

Por JCConcursos - Fernando Cezar Alves

A Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (SEE/SP) divulgou, por meio de publicação em diário oficial, nesta quarta-feira, 8 de agosto, a resolução SE 50, de 7 de agosto, que dispões sobre o perfil, competências e capacidades técnicas, bem como bibliografia e legislação que serão cobradas no próximo concurso público para o preenchimento de 372 vagas para o cargo de supervisor de ensino.A divulgação reforça declaração do governador Márcio França, em 3 de junho, de que o edital deve ser publicado em agosto. Para isto, agora o último empecilho é a confirmação da banca, que deve ocorrer nos próximos dias. 

O concurso, que vem sendo aguardado desde 20 de março, quando autorizado  pelo ex-governador Geraldo Alckmin.  

A comissão do certame. já formada, é presidida pela servidora Maria Stella Perin e conta, ainda, com Patricia da Silva Gomes e Maria Silva Sanchez Bortolozzo representando a coordenadoria de gestão de recursos humanos; Selma Denise Gaspar, representando a coordenadoria geral de educação básica;  Cristina de Cássia Mabelini da Silva, como suplente, da Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Professores; Vivian Dibbi Gimenes, da assessoria técnica de planejamento; Aparecida Manharelo Gimenez, do grupo de legislação educacional. 

Para concorrer será necessário possuir licenciatura plena em pedagogia ou pós-graduação na área de educação e experiência mínima de oito anos de exercício no magistério, dos quais três devem ser em gestão educacional. A remuneração básica da categoria é de  R$ 4.350,59, considerando o valor básico de R$ 3.356,59 e a gratificação de R$ 994, já considerando o reajuste de 7% concedida pela lei complementar 1.317, sancionada em 22 de março.

O novo concurso para supervisor de ensino vem sido planejado desde 2014, quando o então governador Geraldo Alckmin chegou a anunciar que estava autorizando a contratação de 146 novos servidores. Porém, a autorização não chegou a ser oficialmente publicada, o que ocorreu somente em fevereiro deste ano. Na ocasião, chegou a ser até mesmo anunciada qual seria a banca organizadora, com a indicação da Fundação Vunesp, por dispensa de licitação. Ainda deverá ser definido se este procedimento deverá ser mantido.


De acordo com o último levantamento funcional, divulgado em 28 de abril deste ano, com base até 30 de dezembro de 2017, o quadro de servidores da carreira conta com uma defasagem de 461 profissionais, o que reforça a possibilidade de mais nomeações durante o prazo de validade do concurso, além das vagas autorizadas pelo governador.

Último Concurso
Vale lembrar que o último concurso para o cargo ocorreu há exatos dez anos, em 2008. A organizadora, na ocasião, foi o Instituto Cetro e a seleção contou com provas de conhecimentos sobre a formação básica e específica do supervisor, com duas partes. A primeira teve uma avaliação objetiva, com 80 questões, e a segunda, uma prova dissertativa, com quatro. Para a classificação final também foram considerados títulos, com limite de dez pontos.      

Perfil, Conteúdo Programático e Bibliografia

Resolução SE - 50, de 7-8-2018

Dispõe sobre perfil, competências e capacidades técnicas requeridos aos Supervisores de Ensino da rede estadual de ensino, e sobre referenciais bibliográficos e legislação, que fundamentam e orientam a organização de concursos públicos e processos seletivos, avaliativos e formativos, e dá providências correlatas

O Secretário da Educação, à vista do que lhe representaram a Coordenadoria de Gestão da Educação Básica - CGEB e a Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Professores do Estado de São Paulo “Paulo Renato Costa Souza” - EFAP, e considerando a importância da: definição do perfil profissional do Supervisor de Ensino da rede estadual de ensino, que propicie educação básica inclusiva, democrática e de qualidade; definição das competências e capacidades técnicas a serem desenvolvidas para a carreira de Supervisor de Ensino; sistematização de capacidades e conhecimentos a serem considerados nos processos avaliativos e formativos para acompanhamento do trabalho do Supervisor de Ensino; seleção de bibliografia, publicações institucionais e legislação que informem requisitos mínimos necessários à elaboração de concurso público e processos seletivos para provimento de cargos de Supervisor de Ensino do Quadro do Magistério - QM/SE, resolve:

Artigo 1º - Fica aprovado o Anexo, integrante desta resolução, que dispõe sobre o perfil, as competências e as capacidades técnicas a serem requeridos aos integrantes do Quadro do Magistério - QM/SE, no exercício de cargo de Supervisor de Ensino, bem como sobre os referenciais bibliográficos, as publicações institucionais e a legislação, que versam sobre conhecimentos e capacidades mínimos, em consonância com as competências exigidas para o exercício desse cargo nos concursos e processos seletivos promovidos por esta Pasta.

Artigo 2º - Os subsídios para o aprofundamento das capacidades, conhecimentos e atitudes requeridos nos termos desta resolução serão propostos em Curso Específico para Supervisores de Ensino ingressantes, na organização dos processos avaliativos e nas ações formativas previstas em legislação.

Artigo 3º - O Curso para Supervisores de Ensino ingressantes, os processos seletivos, avaliativos e formativos implicam, obrigatoriamente, a observação dos seguintes aspectos, dentre outros, constantes do Anexo a que se refere o artigo 1º desta resolução:

I - o perfil profissional proposto;

II - os princípios que orientam a ação do Supervisor de Ensino;

III - a proposição de trabalho nas dimensões de atuação definidas.

Artigo 4º - Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação, ficando revogadas as disposições em contrário e, em especial, o inciso I do Anexo B constante da Resolução SE52, de 14.8.2013.

Supervisor de Ensino

1. Perfil do Supervisor de Ensino

O Supervisor de Ensino, lotado na Diretoria Regional de Ensino, desempenha ações de assessoria, planejamento, controle, avaliação e proposição de políticas públicas. Orienta e acompanha escolas públicas, elabora relatórios periódicos de suas atividades relacionadas ao funcionamento das escolas nos aspectos pedagógicos, de gestão e de infraestrutura, propondo medidas de ajuste necessárias, com vistas à constante melhoria do atendimento educacional do sistema de ensino paulista.

No campo administrativo, realiza a orientação, acompanhamento, fiscalização e o saneamento de atos administrativos nas escolas públicas e privadas, de forma individual ou por meio de comissões. No campo pedagógico, presta assessoria, orientação e acompanhamento do planejamento, desenvolvimento e avaliação do ensino e da aprendizagem nas escolas públicas.

A atuação do Supervisor de Ensino está fundamentada nas teorias e práticas educacionais, nas normas legais pertinentes à educação nacional e à educação básica oferecida pelo Sistema de Ensino do Estado de São Paulo, no contexto escolar e na concepção de gestão democrática e participativa, com vistas à promoção de um ensino público de qualidade para todos os estudantes.

Na Diretoria de Ensino o supervisor assessora o Dirigente Regional de Ensino no desempenho de suas funções, participa do processo coletivo de construção do plano de trabalho da Diretoria de Ensino, elabora seu plano de trabalho articulado com o Núcleo Pedagógico, bem como acompanha o desenvolvimento de programas de educação continuada propostos pela Secretaria da Educação para aprimoramento da gestão escolar.

Realiza estudos e pesquisas, emite pareceres e propõe ações voltadas para o desenvolvimento do sistema de ensino, acompanha a utilização dos recursos financeiros e materiais para atender às necessidades pedagógicas e aos princípios éticos que norteiam o gerenciamento de verbas públicas.

Na escola da rede pública estadual, o supervisor auxilia na formulação da proposta pedagógica e acompanha sua execução.

Orienta, acompanha, monitora o desenvolvimento de ações voltadas à melhoria da atuação da equipe escolar, dos docentes e do desempenho dos alunos, buscando, numa ação conjunta, soluções e formas adequadas ao aprimoramento do trabalho pedagógico e administrativo da escola.

Bibliografia

Legislação e Publicações Institucionais

1. SÃO PAULO (Estado). Decreto 57.141, de 18-07-2011.

Reorganiza a Secretaria da Educação e dá providências correlatas.

Livros e Artigos

1. ALVES, Nilda (coord.). Educação e supervisão: o trabalho coletivo na escola. 13. ed. São Paulo: Cortez, 2011.

2. MURAMOTO, Helenice Maria Sbrogio. Ação, reflexão e diálogo: o caminhar transformador. In: FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO. Escola: espaço de construção da cidadania. São Paulo: FDE, 1994. p. 133-142. (Ideias, 24).

3. POSSANI, Lourdes de Fátima Paschoaletto; ALMEIDA, Júlio Gomes; SALMASO, José Luis (org.). Ação Supervisora: tendências e práticas. Curitiba: CRV, 2012.

4. RANGEL, Mary (org.). Supervisão e gestão na escola: conceitos e práticas de mediação. 3. ed. Campinas: Papirus, 2015.

5. RANGEL, Mary; FREIRE, Wendel (org.). Supervisão escolar: avanços de conceitos e processos. Rio de Janeiro: Wak, 2010.

6. SILVA JUNIOR, Celestino; RANGEL, Mary (org.). Nove olhares sobre a supervisão. Campinas: Papirus, 2004. Ebook.

Princípios que orientam a ação do supervisor na SEE-SP.

1.1. Compromisso com uma educação com qualidade social e com a aprendizagem com igualdade e equidade para todos O exercício profissional do Supervisor de Ensino requer a capacidade de assessorar, orientar, monitorar, acompanhar, avaliar e subsidiar a equipe escolar no desenvolvimento de capacidades e atitudes necessárias para a promoção da qualidade da educação e no comprometimento com as aprendizagens dos estudantes. O Supervisor de Ensino deve zelar, no seu âmbito de atuação, pela defesa e concretização das garantias constitucionais relacionadas à Educação Básica. Cabe ao Supervisor de Ensino desempenhar ações referenciadas em valores e princípios democráticos e participativos, éticos, de inclusão, de justiça e equidade.

Competências Gerais

Capacidade de:

Promover os princípios da gestão democrática e participativa, éticos, de inclusão, de justiça e equidade, bem como os princípios da administração pública, no âmbito das escolas públicas.

Atuar como interlocutor dos programas educacionais entre a escola, a DE e a SEE-SP.

Atuar como orientador das estratégias de implementação

das políticas públicas e programas educacionais considerando o contexto das escolas.

Apoiar a elaboração do Plano de Trabalho da Diretoria de Ensino considerando as diretrizes e metas da SEE-SP contidos no Plano Estadual de Educação e as necessidades das escolas.

Acompanhar e subsidiar a elaboração e implementação da proposta pedagógica, do Regimento Escolar, do plano de gestão (ou outro) nas escolas, de acordo com as teorias, princípios da SEE-SP e a legislação pertinente.

Contribuir para o fortalecimento da autonomia e do trabalho coletivo das equipes escolares na reflexão sobre a prática, no (re) Planejamento, na elaboração da Proposta Pedagógica e na elaboração e execução do Plano de Gestão, bem como nos diferentes ambientes institucionais da SEE-SP.

Subsidiar as Diretorias de Ensino e os órgãos centrais no acompanhamento, monitoramento, avaliação e (re)planejamento das estratégias de implementação das políticas educacionais.

Orientar a gestão dos processos de implementação, acompanhamento, monitoramento, avaliação e proposição das políticas educacionais na Diretoria de Ensino e nas escolas.

Conhecimento de/o:

Papel social da educação e a função social da escola na sociedade contemporânea e no contexto local.

Princípios e diretrizes de políticas educacionais nacionais e da SEE-SP no contexto social e de desenvolvimento do país e do Estado de São Paulo, bem como a sua implementação.

Princípios e mecanismos institucionais, legais e normativos de organização, desenvolvimento e avaliação do sistema de ensino e da escola.

Papel das instâncias federal, estadual e municipal na definição e implementação de políticas educacionais.

Bibliografia

Legislação e Publicações Institucionais

1. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil (1988). (Artigos 5º, 6º; 205 a 214).

2. BRASIL. Lei 8.069, de 13-07-1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança do Adolescente e dá outras providências. (Artigos 1º a 6º; 15 a 18-B; 60 a 69).

3. BRASIL. Lei 9.394, de 20-12-1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

4. BRASIL. Lei 13.005, de 25-06-2014. Aprova o Plano Nacional de Educação - PNE e dá outras providências.

5. BRASIL. Lei 13.146, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência).

6. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão. Conselho Nacional da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica. Brasília: MEC, SEB, DICEI, 2013.

7. BRASIL. Resolução CNE/CEB 4, de 13-07-2010. Define Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica.

8. SÃO PAULO (Estado). Constituição Estadual (1989). (Artigos 111, 237 a 242).

9. SÃO PAULO (Estado). Decreto 57.571, de 02-12-2011. Institui, junto à Secretaria da Educação, o Programa Educação - Compromisso de São Paulo e dá providências correlatas.

10. SÃO PAULO (Estado). Deliberação CEE 125/14. Dispõe sobre a inclusão de nome social nos registros escolares das instituições públicas e privadas no Sistema de Ensino do Estado de São Paulo e dá outras providencias correlatas. (Indicação CEE 126/14 anexa).

11. SÃO PAULO (Estado). Lei 16.279, de 08-07-2016. Aprova o Plano Estadual de Educação de São Paulo e dá outras providências.

Livros e Artigos

1. CORTELLA, Mário Sérgio. A escola e o conhecimento: fundamentos epistemológicos e políticos. 15. ed. São Paulo: Cortez, 2016.

2. FERREIRA, Naura Syria C. (org.) Supervisão educacional para uma escola de qualidade: da formação à ação. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2010.

3. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 43. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2011.

4. LEVY, Pierre. Cibercultura. 3. ed. São Paulo: Editora 34, 2010.

5. LIBÂNEO, José Carlos; OLIVEIRA, João Ferreira; TOSCHI, Mirza Seabra. Educação escolar: políticas, estrutura e organização. 10. ed. rev. e ampl. São Paulo: Cortez, 2012. (Introdução, p. 39-57, 2ª Parte, p. 141-306 e 4ª Parte, p. 405- 543.)

6. OLIVEIRA, Michele Pereira. Educação inclusiva: uma necessidade imediata. Sorocaba: Recanto da Letras, 2008.

1.2. Gestão democrática e participativa

O exercício profissional do Supervisor de Ensino deve pautar-se pelos princípios da gestão democrática e participativa, bem como pelos princípios da administração pública, quais sejam: legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, razoabilidade, finalidade, motivação e interesse público. As diretrizes da Secretaria de Estado da Educação orientam as práticas da supervisão. Sua atuação visa apoiar a elaboração, acompanhamento e monitoramento da implementação da proposta pedagógica das escolas sob sua supervisão e a participação na elaboração e execução do Plano de Trabalho da Diretoria de Ensino, com vistas à gestão democrática.

Capacidade de: Atuar, de forma coletiva, na elaboração do Plano de Trabalho da Diretoria de Ensino e dos desafios de sua implementação. Subsidiar e orientar a equipe gestora da escola sobre procedimentos de construção coletiva/participativa da Proposta Pedagógica, do  Regimento Escolar e do Plano de Gestão.  Orientar na implementação de processos democráticos e participativos, na gestão de recursos humanos, físicos e materiais disponíveis com foco na aprendizagem dos alunos e melhoria dos resultados. Orientar e acompanhar a constituição e a atuação de instituições auxiliares e órgãos colegiados na escola. Orientar e acompanhar a ação da rede protetiva e de justiça restaurativa para a garantia de direitos e deveres de todos. Orientar na implementação de estratégias para o envolvimento da comunidade escolar, assim como de redes de comunicação (entre escolas, comunidade e sociedade civil) que contribuam para a qualidade da educação e promoção da aprendizagem dos estudantes.

Conhecimento de: Princípios da gestão democrática e participativa. Direitos humanos: perspectivas históricas e sociais. Colegiados e instituições auxiliares da escola. Estratégias para caracterizar o perfil socioeconômico e cultural em diferentes âmbitos. Identidade, cultura e clima escolar e práticas cotidianas da escola. Representações sociais sobre diversidade, gênero e etnia. Estratégias de mobilização e participação. Rede protetiva e justiça restaurativa. Parceria escola-comunidade.

Bibliografia:

Legislação e Publicações Institucionais

1. BRASIL. Lei 7.398, de 4 de novembro de 1985. Dispõe sobre a organização de entidades representativas dos estudantes de 1º e 2º graus e dá outras providências.

2. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Conselhos escolares: democratização da escola e construção da cidadania. Brasília: MEC/SEB, 2004. (Caderno 1, parte II).

3. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Política nacional de educação especial na perspectiva da educação inclusiva. Brasília: MEC/SECADI, 2008.

4. SÃO PAULO (Estado). Decreto 12.983, de 15-12-1978.  Estabelece o Estatuto Padrão das Associações de Pais e Mestres.

5. SÃO PAULO (Estado). Deliberação CEE 10/97. Fixa normas para elaboração do Regimento dos Estabelecimentos de Ensino Fundamental e Médio. (Indicação CEE 9/97 anexa).

6. SÃO PAULO (Estado). Deliberação CEE 77/08. Estabelece orientações para a organização e distribuição dos componentes do ensino fundamental e médio do sistema de ensino do Estado de São Paulo. (Indicação CEE 77/08 anexa).

7. SÃO PAULO (Estado). Deliberação CEE 138/16. Fixa normas para autorização de funcionamento e supervisão de estabelecimentos e cursos de educação infantil, ensino fundamental, médio e de educação profissional de nível técnico, no sistema estadual de ensino de São Paulo. (Indicação CEE 141/16 anexa).

8. SÃO PAULO (Estado). Indicação CEE 13/97. Diretrizes para elaboração de regimento das escolas do Estado de São Paulo.

9. SÃO PAULO (Estado). Lei Complementar 444, de 27-12-1985. Dispõe sobre o Estatuto do Magistério Paulista e dá providências correlatas (art. 95).

10. SÃO PAULO (Estado). Ministério Público do Estado de São Paulo. Curso de introdução à justiça restaurativa para educadores: manual prático. São Paulo: MPSP, 2012.

11. SÃO PAULO (Estado). Parecer CEE 67/98. Normas Regimentais Básicas para as Escolas Estaduais. (Título II - Da gestão democrática, Capítulos I, II, III – seções I e II - e V).

Livros e Artigos

1. CARDOSO, Heloísa. Supervisão: um exercício de democracia ou de autoritarismo? In: ALVES, Nilda (org.). Educação & supervisão: o trabalho coletivo na escola. 13. ed. São Paulo: Cortez, 2011.

2. CARVALHO, Maria Celeste da Silva. Progestão: como construir e desenvolver os princípios de conveniência democrática na escola? módulo V. Brasília: Consed, 2009.

3. CASTRO, Jane Margareth; REGATTIERI, Marilza (org.). Interação escola família: subsídios para práticas escolares. Brasília: UNESCO; MEC, 2010.

4. COSTA, Antonio Carlos Gomes da; VIEIRA, Adenil. Protagonismo juvenil: adolescência, educação e participação democrática. São Paulo: FTD, 2006.

5. DOURADO, Luiz Fernandes. Progestão: como promover, articular e envolver a ação das pessoas no processo de gestão escolar? módulo II. Brasília: Consed, 2009.

6. FERREIRA, Naura Syria Carapeto. Repensando e ressignificando a gestão democrática da educação na cultura globalizada. Educação & Sociedade, Campinas, v. 25, n. 89, p. 1227-1249, set./dez, 2004.

7. FUSARI, José Cerchi. A construção da proposta educacional e do trabalho coletivo na unidade escolar. In: FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO. A autonomia e a qualidade do ensino na escola pública. São Paulo: FDE, 1993. p. 69-75. (Idéias, 16).

8. LÜCK, Heloisa. Concepções e processos democráticos de gestão educacional. 9. ed. Petrópolis: Vozes, 2013. (Cadernos de Gestão)

9. LUIZ, Maria Cecilia; NASCENTE, Renata Maria Moschen (org.). Conselho escolar e diversidade: por uma escola mais democrática. São Carlos, SP: EDUFSCAR, 2013. (Capítulos 1 e 6).

10. MARÇAL, Juliane Corrêa; SOUSA, José Vieira de. Progestão: como promover a construção coletiva do projeto pedagógico da escola? módulo III. Brasília: CONSED, 2009.

11. OLIVEIRA, Dalila Andrade (org.). Gestão democrática da educação: desafios contemporâneos. 8. ed. Petrópolis: Vozes, 2013.

12. SOUSA, Sandra Zakia Lian. Conselho de classe: um ritual burocrático ou um espaço de avaliação coletiva? In: FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO. Ensino no período noturno: contradições e alternativas. São Paulo: FDE, 1998. p. 45-59. (Idéias, 25).

13. TORRES, C. A.; O’CADIZ, M. D. P.; WONG, P. L. Educação e democracia: a práxis de Paulo Freire em São Paulo. São Paulo: Cortez, 2002.

14. VEIGA, Ilma Passos Alencastro Veiga (org.). Projeto político pedagógico da escola: uma construção possível. Campinas, SP: Papirus, 1995. (Magistério: formação e trabalho pedagógico)

1.3. Planejamento estratégico

O exercício profissional do Supervisor de Ensino deve mobilizar metodologias e instrumentos de participação na elaboração de políticas públicas, bem como na assessoria, acompanhamento, monitoramento e avaliação da atuação das escolas, em articulação com as demais equipes da Diretoria de Ensino, considerando as diretrizes da política educacional da SEE-SP, o contexto de seu trabalho e a necessária promoção da qualidade da educação.

Capacidade de:

Compreender a supervisão de ensino, seus princípios e métodos, como elemento estratégico e articulador na implementação de políticas públicas de: gestão escolar, desenvolvimento curricular, avaliação institucional, desempenho da escola, aprendizagem do aluno e formação continuada de profissionais. Atuar como articulador na proposição, elaboração e  implementação do planejamento estratégico das DE e escola. Apoiar o Dirigente Regional de Ensino e os diretores de Centros e Núcleos da Diretoria de Ensino na definição integrada de ações prioritárias, metas de curto, médio e longo prazos e de estratégias para alcançá-las. Integrar-se à equipe de supervisores e às equipes de Centros e Núcleos da DE, em especial o Núcleo Pedagógico, sobretudo para a execução do Plano de Trabalho da Diretoria de Ensino e apoio à implementação da Proposta Pedagógica e Plano de Gestão das escolas. Apoiar a elaboração e a implementação do Plano de Trabalho da Diretoria de Ensino, articulado com a Equipe de Supervisão de Ensino. Incentivar, na Diretoria de Ensino e na escola o uso das tecnologias digitais da informação e da comunicação para explorar suas potencialidades nos processos administrativos e didático-pedagógicos.

Conhecimento de: Planejamento estratégico. Teoria de Administração.  Plano de Gestão como instrumento de planejamento e monitoramento. Processos, fluxos, índices, indicadores e instrumentos de planejamento e gestão. Tecnologias Digitais de Comunicação e Informação (TDCI) aplicadas ao contexto educacional.

Bibliografia

Legislação e Publicações Institucionais

1. BRASIL. Decreto 6.094, de 24-04-2007. Dispõe sobre a implementação do Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação, pela União Federal, em regime de colaboração com Municípios, Distrito Federal e Estados, e a participação das famílias e da comunidade, mediante programas e ações de assistência técnica e financeira, visando a mobilização social pela melhoria da qualidade da educação básica.

2. SÃO PAULO (Estado). Decreto 57.141, de 18-07-2011. Reorganiza a Secretaria da Educação e dá providências correlatas.

Livros e Artigos

1. ALMEIDA, Maria Elizabeth B. de; SILVA, Maria da Graça Moreira da. Currículo, tecnologia e cultura digital: espaços e tempos de web currículo. Revista e-curriculum, São Paulo, v. 7, n. 1, abr. 2011.

2. CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.

3. GOMES, Candido Alberto. A escola de qualidade para todos: abrindo as camadas da cebola. Ensaio: avaliação e políticas públicas em educação, Rio de Janeiro, v. 13, n. 48, jul./set. 2005.

4. MURICI, Izabela Lanna; CHAVES, Neuza. Gestão para resultados na educação. 2. ed. São Paulo: Falconi, 2016.

5. PERFEITO, Cátia Deniana. Planejamento estratégico como instrumento de gestão escolar. Educação Brasileira, Brasília, v. 29, n. 58 e 59, p. 49-61, jan./dez. 2007.

6. SANTAELLA, Lúcia. A aprendizagem ubíqua substitui a educação formal? Revista de Computação e Tecnologia da PUC--SP, v. 2, n. 1, 2010.

1.4. Foco em qualidade e em resultados O exercício profissional do Supervisor de Ensino deve assegurar os subsídios necessários ao desenvolvimento do Plano de Trabalho da Diretoria de Ensino e da Proposta Pedagógica da escola e as aprendizagens previstas no Currículo do Estado de São Paulo, considerando os indicadores e resultados de diferentes modalidades e processos de avaliação.

Capacidade de: Promover espaços coletivos de reflexão na Equipe de Supervisão de Ensino, de forma articulada ao Núcleo Pedagógico da Diretoria de Ensino, sobre os resultados obtidos pelas escolas da DE e proposição de ações a serem implementadas. Analisar e interpretar os indicadores e resultados educacionais (considerando diferentes dimensões e âmbitos ? local, estadual e nacional) com vista a proposições de ações formativas para a melhoria da aprendizagem dos estudantes. Orientar e subsidiar a equipe gestora na proposição, implementação e utilização de processos e instrumentos de acompanhamento e monitoramento de ações e de resultados da escola. Acompanhar as ações realizadas pelas escolas para o monitoramento de seus resultados, intervindo quando necessário. Orientar a equipe gestora para a mobilização da comunidade escolar com vistas à análise dos resultados e à proposição de ações focadas no alcance de resultados e na melhoria constante da qualidade do ensino. Orientar as escolas sobre os processos avaliativos.

Conhecimento de: Princípios, finalidades, métodos e operacionalização de

diferentes modalidades e processos avaliativos. Indicadores educacionais e sociais, em especial, IDH/IDHM, IDESP, IDEB. Indicadores de desempenho e fluxo. Métodos, técnicas e instrumentos de monitoramento de processos e de resultados educacionais.

Bibliografia

Legislação e Publicações Institucionais

1. SÃO PAULO (Estado). Lei 13.068, de 10-06-2008. Dispõe sobre a obrigatoriedade de as escolas da rede pública estadual comunicarem o excesso de faltas de alunos, na forma que

especifica.

2. SÃO PAULO (Estado). Resolução SE 27, de 29-03-1996. Dispõe sobre o Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo.

3. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Currículo do Estado de São Paulo: linguagens, códigos e suas tecnologias. 2. ed. São Paulo: SE, 2011. (p. 09 a 26.)

4. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Matrizes de Referência para avaliação SARESP: documento básico. São Paulo: SEE, 2009. p. 07 a 20.

5. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Programa de qualidade da escola: nota técnica. São Paulo: SEE, 2018.

Livros e Artigos

1. CASTRO, Maria Helena Guimarães de. Sistema de avaliação da educação no Brasil: avanços e novos desafios. São Paulo em Perspectiva, São Paulo, v. 23, n. 1, p. 05-18, jan./jun. 2009.

2. GANDIN, Danilo. Planejamento como prática educativa. 19. ed. São Paulo: Loyola, 2011.

3. LIBÂNEO, José Carlos; OLIVEIRA, João Ferreira; TOSCHI, Mirza Seabra. Educação escolar: políticas, estrutura e organização. 10. ed. rev. e ampl. São Paulo: Cortez, 2012. (Introdução, p.

39-57, 2ª Parte, p. 141-306, e 4ª Parte, p. 405-543.)

2. Dimensões de atuação do supervisor de ensino

2.1. Assessoria à gestão pedagógica

O exercício profissional do Supervisor de Ensino deve assessorar o trabalho pedagógico na Diretoria de Ensino e nas escolas para assegurar a aprendizagem a todos os estudantes.

Campo de Atuação

Competências Gerais

Planejamento, desenvolvimento, monitoramento e avaliação do ensino e aprendizagem

Capacidade de:

Sistematizar dados e informações sobre as características das escolas e seus resultados. Definir estratégias de acompanhamento adequadas ao contexto de cada escola. Estabelecer estratégias de acompanhamento das escolas e orientar a equipe gestora para o acompanhamento do processo de ensino, de aprendizagem e de seus resultados. Acompanhar, propor e realizar intervenções junto às escolas e equipes para implementação e desenvolvimento do currículo, articuladas com o Núcleo Pedagógico. Orientar a proposição e execução de ações administrativas e pedagógicas que impactem na aprendizagem. Acompanhar a utilização de materiais de apoio, de recursos físicos e financeiros e a mobilização de pessoas e equipes para favorecer a aprendizagem. Conhecimento de/o: Métodos, técnicas e instrumentos de acompanhamento do trabalho pedagógico desenvolvido na escola. Teorias de aprendizagem e de desenvolvimento. Indicadores educacionais e estratégias para identificar as principais variáveis que impactam nas aprendizagens na escola. Abordagens do processo de ensino e aprendizagem. Referencial teórico-prático de monitoramento, observação e gestão da sala de aula e de processos de intervenção pedagógica. Fundamentos conceituais e metodológicos da avaliação. Processos, estratégias e instrumentos de avaliação. Currículo Oficial e materiais de apoio a sua implementação, Matrizes da Avaliação em Processo e do Saresp. Critérios e procedimentos para análise de resultados de aprendizagem.

Bibliografia

Legislação e Publicações Institucionais

1. BASE Nacional Comum Curricular.

2. BRASIL. Resolução CNE/CP 2, de 22-12-2017. Institui e orienta a implantação da Base Nacional Comum Curricular, a ser respeitada, obrigatoriamente, ao longo das etapas e respectivas modalidades no âmbito da Educação Básica.

3. SÃO PAULO (Estado). Deliberação CEE 9/97. Institui, no Sistema de Ensino do Estado de São Paulo, o regime de progressão continuada no ensino fundamental. (Indicação CEE 8/97 anexa).

4. SÃO PAULO (Estado). Deliberação CEE 59/06. Estabelece condições especiais de atividades escolares de aprendizagem e avaliação, para discentes cujo estado de saúde as recomende.

(Indicação CEE 60/06 anexa).

5. SÃO PAULO (Estado). Deliberação CEE 155/17. Dispõe sobre avaliação de alunos da Educação Básica, nos níveis fundamental e médio, no Sistema Estadual de Ensino de São Paulo e dá providências correlatas. (Indicação CEE 161/17 anexa).

6. SÃO PAULO (Estado). Resolução SE 81, de 16-12-2011. Estabelece diretrizes para a organização curricular do ensino fundamental e do ensino médio nas escolas estaduais.

7. SÃO PAULO (Estado). Resolução SE 73, de 29-12-2014. Dispõe sobre a reorganização do Ensino Fundamental em Regime de Progressão Continuada e sobre os Mecanismos de Apoio Escolar aos alunos dos Ensinos Fundamental e Médio das escolas estaduais.

8. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Coordenadoria de Gestão da Educação Básica. Currículo de matemática dos anos iniciais do ensino fundamental: orientações curriculares do Estado de São Paulo. Versão preliminar. São Paulo: SEE/CGEB, 2014.

9. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Coordenadoria de Gestão da Educação Básica. Orientações didáticas fundamentais sobre as expectativas de aprendizagem de língua portuguesa: anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º ano). São Paulo: SEE/CGEB, 2013.

10. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Coordenadoria de Gestão da Educação Básica. Reorganização do ensino fundamental e do ensino médio. São Paulo: SE, 2012.

11. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Currículo do Estado de São Paulo: ciências da natureza e suas tecnologias. 1. ed. atual. São Paulo: SE, 2012. (p. 07 a 24).

12. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Matrizes de referência para avaliação SARESP: documento básico. São Paulo: SEE, 2009. p. 07 a 20.

13. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Programa de qualidade da escola: nota técnica. São Paulo: SEE, 2009.

14. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Proposta Curricular do Estado de São Paulo. São Paulo: SE, 2012? p. 07-20.

Livros e Artigos

1. ALVES, Nilda (coord.). Educação e supervisão: o trabalho coletivo na escola. 13. ed. São Paulo: Cortez, 2011.

2. BONAMINO, Alicia; SOUSA, Sandra Zákia. Três gerações de avaliação da educação básica no Brasil: interfaces com o currículo da/na escola. Educação e Pesquisa. v. 38, n. 2, p. 373-388, abr./jun. 2012.

3. EM ABERTO: Gestão escolar e formação de gestores. Brasília: INEP, v. 17, n. 72, abr./jun. 2000.

4. INDICADORES da qualidade na educação. São Paulo: Ação Educativa, 2004.

5. LA TAILLE, Yves de; OLIVEIRA, Marta Kohl de; DANTAS, Heloysa. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. 27. ed. São Paulo: Summus, 1992.

6. LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições. 22. ed. São Paulo: Cortez, 2011.

7. MOREIRA, Antonio Flavio Barbosa. Currículo, diferença cultural e diálogo. Educação & Sociedade. São Paulo, ano 23, n.79, p. 15-38, ago. 2002.

8. PADILHA, Paulo Roberto. Planejamento dialógico: como construir o projeto político-pedagógico da escola. 9. ed. São Paulo: Cortez; Instituto Paulo Freire, 2017.

9. SACRISTÀN, J. Gimeno; PÉREZ GOMES, A. I. Compreender e transformar o ensino. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 1998.

10. SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 3. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2015.

11. VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Avaliação: concepção dialética libertadora do processo de avaliação escolar. 18. ed.São Paulo: Libertad, 2008

12. VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Planejamento: projeto de ensino-aprendizagem e projeto político pedagógico. 22. ed. São Paulo: Libertad, 2012

13. ZABALA, Antoni; ARNAU, Laia. Como aprender e ensinar competências. Porto Alegre: Artmed, 2010. 2.2. Gestão de Processos Administrativos O exercício profissional do Supervisor de Ensino deve assegurar que as dimensões administrativa e pedagógica da gestão educacional, na SEE-SP, na Diretoria de Ensino e na escola, estejam a serviço da qualidade social da educação.

Campo de Atuação

Competências Gerais

Atribuição de aula

Capacidade de: Assessorar e subsidiar o Dirigente Regional de Ensino na condução das equipes da DE e equipe escolar nas ações pedagógicas e administrativas do processo de atribuição de classes e aulas. Propor à SEE-SP ações para melhoria do processo de atribuição de aulas. Orientar, assessorar e acompanhar os procedimentos e registros do processo de atribuição e demandar as providências necessárias do Centro de Recursos Humanos da Diretoria de Ensino.

Conhecimento de: Diretrizes da SEE-SP para o processo de atribuição de aulas. Atribuições do Supervisor de Ensino e do Centro de Recursos Humanos da DE. Implicações pedagógicas do processo de atribuição de classes/aulas. Diligência, apuração, e sindicância

Capacidade de: Assessorar e/ou participar dos procedimentos para a realização de: diligência, apuração preliminar e sindicância, emitindo relatórios conclusivos que subsidiem na tomada de decisão do Dirigente Regional de Ensino. Assessorar o órgão central e regional da SEE-SP e/ou participar dos procedimentos para a realização de: diligência, apuração preliminar e sindicância, emitindo relatórios conclusivos que subsidiem na tomada de decisão da autoridade competente. Fiscalizar rotinas de trabalho e registros documentais.

Conhecimento de/a:

Diretrizes e normas legais. Princípios básicos da Administração Pública. Procedimentos de diligência, apuração preliminar e sindicância. Procedimentos de realização, registro e elaboração de relatórios em processos de diligências, apuração preliminar, e sindicância. Saneamento Capacidade de: Encaminhar e/ou propor recursos saneadores quando constatados indícios de irregularidades nas escolas de acordo com a legislação pertinente. Orientar, acompanhar e avaliar as ações de saneamento propostas.

Conhecimento de:

Princípios básicos da Administração Pública. Diretrizes e normas legais. Organização e funcionamento da escola pública

Capacidade de: Orientar as equipes gestoras quanto à organização da escola de forma a articular os processos administrativos a serviço da aprendizagem dos alunos. Acompanhar e demandar aos respectivos Centros da Diretoria de Ensino a execução dos processos de vida funcional, vida escolar, documentação e registros, bem como a emissão dos documentos, respeitando os tramites e prazos. Acompanhar e monitorar a expedição de documentos respeitando prazos e fluxos, de forma articulada com as equipes da Diretoria de Ensino e o Dirigente Regional de Ensino

Conhecimento de/a:

Atribuições dos Centros que integram a estrutura da DE. Fundamentos e princípios sobre a estrutura e funcionamento do sistema escolar. Processos de vida funcional, vida escolar, documentação e registros. Recursos e serviços

Capacidade de:

Orientar e fiscalizar a gestão financeira de serviços e recursos da escola, em atendimento aos princípios básicos da administração pública e em articulação com a proposta pedagógica. Orientar e fiscalizar a gestão de recursos para elaboração e monitoramento dos planos de gestão de serviços e de aquisição de material e patrimônio. Orientar a participação de instituições e colegiados no acompanhamento da gestão de recursos e serviços da escola.

Conhecimento de/o/a:

Fundamentos de sistema de recursos físicos, financeiros e de serviços para a administração pública da educação. Fontes de financiamento da educação e formas de transferência de recursos financeiros públicos destinados à escola. Mecanismos e instrumentos de planejamento, monitoramento e aplicação de recursos financeiros. Papel das instituições e colegiados no planejamento, captação, aplicação e prestação de contas de recursos financeiros. Escolas particulares: Autorização, funcionamento, documentos e vida escolar

Capacidade de:

Realizar os procedimentos necessários para a autorização de abertura de escola. Atuar nos processos de autorização para instalação e funcionamento de escolas e cursos. Orientar e fiscalizar a organização e o funcionamento das escolas e os aspectos relativos à vida escolar e à documentação. Elaborar representação sobre indícios de irregularidades.

Conhecimento de/o/a: Critérios e procedimentos para autorização de instalação, funcionamento e encerramento de escola e de cursos. Normas e procedimentos legais para o funcionamento de escolas e cursos. Os procedimentos legais para acompanhamento do funcionamento da escola; Normas e procedimentos sobre sindicância nas escolas particulares; Documentação e registros escolares  Normas e procedimentos na verificação de vida escolar em relação à matrícula, transferência, classificação, reclassificação, avaliação, recurso, progressão parcial, aproveitamento de estudos e equivalência de estudos.

Bibliografia

Legislação e Publicações Institucionais

1. BRASIL. Lei 9.394, de 20-12-1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

2. BRASIL. Lei 12.527, de 18-11-2011. Regula o acesso a informações previsto no inciso XXXIII do art. 5º, no inciso II do § 3º do art. 37 e no § 2º do art. 216 da Constituição Federal; altera a Lei 8.112, de 11-12-1990; revoga a Lei 11.111, de 5 de maio de 2005, e dispositivos da Lei 8.159, de 8 de janeiro de 1991; e dá outras providências.

3. BRASIL. Resolução CNE/CEB 4, de 13-07-2010. Define Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica.

4. SÃO PAULO (Estado). Decreto 57.141, de 18-07-2011. Reorganiza a Secretaria da Educação e dá providências correlatas.

5. SÃO PAULO (Estado). Decreto 58.052, de 16-05-2012. Regulamenta a lei federal 12.527, de 18-11-2011, que regula o acesso a informações, e dá providências correlatas.

6. SÃO PAULO (Estado). Deliberação CEE 138/16. Fixa normas para autorização de funcionamento e supervisão de estabelecimentos e cursos de educação infantil, ensino fundamental, médio e de educação profissional de nível técnico, no sistema estadual de ensino de São Paulo. (Indicação CEE 141/16 anexa).

7. SÃO PAULO (Estado). Lei 10.177, de 30-12-1998. Regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Estadual.

8. SÃO PAULO (Estado). Lei 10.261, de 28-10-1968. Dispõe sobre o Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado. (Artigos 239 a 328).

9. SÃO PAULO (Estado). Resolução SE 51, de 01-11-2017. Dispõe sobre o cumprimento do disposto na Deliberação CEE 138/16, quanto ao processo de autorização de funcionamento e supervisão de estabelecimentos de ensino e cursos da rede privada de ensino presencial, nos diferentes níveis e modalidades, integrantes do Sistema Estadual de Ensino de São Paulo.

10. SÃO PAULO (Estado). Secretaria de Educação. Algumas questões sobre apuração preliminar. São Paulo: SEE, 2013.

Livros e Artigos

1. DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito administrativo. 31. ed. São Paulo: Forense, 2018.

2. PINTO, José Marcelino de Rezende; SOUZA, Silvana Aparecida de. (Org). Para onde vai o dinheiro? Caminhos e descaminhos do financiamento da educação. São Paulo: Xamã, 2014.

2.3. Gestão de pessoas e equipes Diagnosticar as necessidades de formação continuada e propor ações formativas para a melhoria da prática gestora, docente e de funcionários de apoio. Participar da elaboração e do desenvolvimento de programas de educação continuada propostos pela Secretaria da Educação para melhoria da gestão escolar.

Campo de Atuação

Competências Gerais

Aperfeiçoamento profissional

Capacidade de: Propor aos órgãos centrais, regionais e locais ações de formação com vistas ao aperfeiçoamento profissional. Mobilizar as equipes gestoras e docentes para estudos sobre teorias e práticas de gestão, docência, processos de ensino e aprendizagem e temas do cotidiano escolar. Identificar demandas de formação na escola e articulá-las com demais Centros e Núcleos da Diretoria de Ensino. Conhecer as iniciativas de formação continuada da SEE-SP e articulá-las com as necessidades e demandas das escolas, propondo ações quando necessário. Orientar e elaborar, conjuntamente com os demais Centros e Núcleos da Diretoria de Ensino, planos e ações formativas para suprir necessidades de aperfeiçoamento e atualização dos gestores e professores. Orientar, assessorar, monitorar e avaliar os processos e ações formativos desenvolvidos na escola, considerando os indicadores e metas da escola.

Conhecimento de: Teorias e práticas de gestão escolar, docência e processos de ensino e aprendizagem. Metodologias de pesquisa em educação.  Diretrizes de formação da SEE-SP. Sistemas de cadastros de projetos formativos e recursos oferecidos pelos órgãos centrais e DE. Processos de desenvolvimento profissional. Estratégias de implementação de programas e projetos. Métodos, técnicas e instrumentos de avaliação de ações de formação. Liderança e comunicação

Capacidade de: Propor o trabalho integrado, na DE, para a concretização de objetivos, metas e a melhoria contínua dos processos e resultados. Apoiar a escola e as equipes da DE na promoção de um clima organizacional que favoreça a comunicação, o engajamento profissional, o relacionamento interpessoal e a socialização de experiências na equipe de supervisores. Utilizar canais de comunicação e de articulação da DE com a escola.

Conhecimento de:

Princípios, abordagens, métodos, processos e ferramentas de liderança e comunicação.

Tecnologias Digitais de Comunicação e Informação (TDCI) aplicadas à educação. Avaliação de desempenho Orientar os processos de avaliação de desempenho. Levantar, juntamente com as equipes gestoras, as necessidades formativas com base na avaliação de desempenho. Encaminhar ao Dirigente Regional de Ensino, proposições de intervenções. Métodos, técnicas e instrumentos de avaliação de desempenho e sua utilização nas diferentes instâncias da SEE-SP.

Bibliografia

Legislação e Publicações Institucionais

1. SÃO PAULO (Estado). Decreto 55.078, de 25-11-2009. Dispõe sobre as jornadas de trabalho do pessoal docente do Quadro do Magistério e dá providências correlatas.

2. SÃO PAULO (Estado). Decreto 62.216, de 14-10-2016. Regulamenta a Avaliação Especial de Desempenho para fins de estágio probatório dos ingressantes nos cargos de Diretor de Escola do Quadro do Magistério da Secretaria da Educação, prevista na Lei Complementar 1.256, de 6 de janeiro de 2015, e dá providências correlatas.

3. SÃO PAULO (Estado). Lei 10.261, de 28-10-1968. Dispõe sobre o Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado. (Artigos 239 a 328).

4. SÃO PAULO (Estado). Lei complementar 444, de 27-12- 1985. Dispõe sobre o Estatuto do Magistério Paulista e dá providências correlatas (Artigos 61, 62, 63 e 95).

5. SÃO PAULO (Estado). Lei complementar 1.256, de 06-01-2015. Dispõe sobre Estágio Probatório e institui Avaliação Periódica de Desempenho Individual para os ocupantes do cargo de Diretor de Escola e Gratificação de Gestão Educacional para os integrantes das classes de suporte pedagógico do Quadro do Magistério da Secretaria da Educação e dá providências correlatas.

6. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Professores do Estado de São Paulo. Diretrizes de Formação Continuada para Gestores da SEE--SP. São Paulo: SEE/EFAP, 2017.

7. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Professores do Estado de São Paulo. Eixos de Formação. São Paulo: São Paulo: SEE/EFAP, 2017.

Livros e Artigos

1. CORTELLA, Mario Sérgio. Qual é a tua obra? Inquietações propositivas sobre gestão, liderança e ética. 24. ed. Petrópolis:Vozes, 2015.

2. CORTELLA, Mario Sérgio; MUSSAK, Eugênio. Liderança em foco. 7. ed. Campinas: Papirus, 2009.

3. LÜCK, Heloísa. Liderança em gestão escolar. 9. ed. SãoPaulo: Vozes, 2014.

Continuar lendo

Atualizado: 08/08/2018 - 10:48

Prefeitura de Panorama SP oferece dez vagas em concurso

Inscrições seguem abertas até 21 de agosto. Edital tem chances para ajudante geral, motorista, auxiliar de educação leiturista e professor

Todos os níveis

Por JCConcursos - Samuel Peressin

A Prefeitura de Panorama, em São Paulo, abriu processo seletivo destinado a preencher dez vagas temporárias em cargos de todas as escolaridades. 

 

Quem possui nível fundamental incompleto pode concorrer como ajudante geral (1 posto e salário de R$ 1.041,31), enquanto candidatos que concluíram esse ciclo escolar têm opção como motorista (1 - R$ 1.736,10).

 

Ensino médio é requisito para auxiliar de educação I (1 - R$ 1.201,91), auxiliar de educação II (1 - R$ 1.201,91) e leiturista (1 - R$ 1.468,98).

 

As ofertas de nível superior são para professor nas áreas de educação básica (1), educação física (1), educação especial (1), educação infantil I (1) e educação infantil II (1), com vencimentos entre R$ 10,67 e R$ 14,58 por hora/aula. 

 

O prazo de inscrições termina em 21 de agosto. Os interessados devem efetuar cadastro pelo site www.omconsultoria.com.br. As taxas vão de R$ 10,54 a R$ 16,52.

 

A seleção será realizada em três etapas: prova objetiva (todos os cargos), avaliação de títulos (professor) e teste prático (motorista), em datas a serem definidas. 

 

O processo seletivo terá validade de um ano, com possibilidade de prorrogação por mais um, a critério do governo municipal, conforme estabelece o edital.

 

 

Concurso Prefeitura Panorama: atribuições do ajudante geral

 

 

Auxiliar nos serviços de armazenagem de materiais pesados, tais como cal, cimento, areia, tijolos e outros, acondicionando-os em prateleiras ou pátios dos almoxarifados, para assegurar o estoque dos mesmos; auxilia nos serviços de conservação e limpeza capinado, lavando, varrendo e transportando entulhos bem como serviços correlatos às funções de servente de pedreiro e outros.

Continuar lendo

Atualizado: 08/08/2018 - 10:24

Prefeitura de Sagres SP: concurso com inscrições abertas

Oferta é de nove vagas para cargos que exigem os níveis médio, técnico e superior de ensino. Os salários iniciais chegam a R$ 2,9 mil

Até 24 de agosto

Por JCConcursos - Patricia Lavezzo

Já estão abertas as inscrições do concurso da Prefeitura Municipal de Sagres, situada no Estado de São Paulo. A seleção visa o preenchimento de nove vagas do seu quadro efetivo, providas pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). 

Aqueles que possuem curso técnico em agronomia podem se inscrever para a função de técnico agrícola (1 vaga), cujo salário inicial é de R$ 841,58. 

Os cargos de professor de educação básica I ensino fundamental 1ª a 4ª série (3) e professor de educação básica I infantil (2) requerem curso de ensino médio com habilitação para o magistério ou licenciatura plena em pedagogia ou normal superior. Os respectivos vencimentos são de R$ 1.724,10 e R$ 1.379,28. 

Quem tem o nível superior está apto às carreiras de arquiteto (1) e engenheiro ambiental (1), cuja remuneração é de R$ 2.931,09, e nutricionista (1), com ganho de R$ 1.949,82.

 

Triagem

 

Para participar basta preencher o formulário de inscrição no endereço eletrônico www.spbrasilconcursos.com.br e efetuar o pagamento da taxa, nos valores de R$ 55 para o posto de técnico agrícola e R$ 65 para os demais empregos. O prazo para registro das candidaturas se encerrará no dia 24 de agosto. 

Os candidatos serão avaliados por meio das seguintes etapas: prova objetiva para todos os cargos; e análise de títulos para professores, nutricionista, arquiteto e engenheiro ambiental.

Com três horas de duração, a prova objetiva será aplicada no dia 16 de setembro e contemplará questões de múltipla escolha que versarão sobre as disciplinas de língua portuguesa, raciocínio lógico, conhecimentos gerais e conhecimentos específicos. 

 

Atribuições de alguns cargos

 

Professores - participa do planejamento anual de aulas, prepara o plano de aula de acordo com o calendário escolar; faz o controle de frequências e cadernetas, aplica atividades diárias de sala de aula. Mantém o controle educacional e a ordem da sala de aula, aplica avaliações individuais e coletivas e faz o fechamento bimestral de frequência e notas e entrega na secretaria. Organiza gincanas, campeonatos e outras atividades sociais e de formação do cidadão e executa atividades correlatas.

Técnico agrícola - planejar e executar a assistência relativa a agropecuária e a agroindústria do município. Formular diretrizes e estratégias para o desenvolvimento agrícola no território municipal. Estabelecer critérios e prioridade para fomento à agropecuária.

Continuar lendo

Atualizado: 07/08/2018 - 10:49

Concurso em Ribeirão Branco SP reúne 21 oportunidades

As inscrições do concurso da Prefeitura Municipal de Ribeirão Branco já estão abertas e serão recebidas até o dia 1º de outubro

Todos os níveis

Por JCConcursos - Patricia Lavezzo

No Estado de São Paulo, a Prefeitura Municipal de Ribeirão Branco abriu inscrições de concurso público para provimento de 21 vagas do seu quadro de pessoal. Haverá, ainda, formação de cadastro reserva (CR) para futuras oportunidades. 

Candidatos que têm o ensino fundamental incompleto podem se inscrever para as funções de motorista I categoria “D” (1 vaga) e operador de máquinas I categoria “C” (1), cujos respectivos salários iniciais são de R$ 966,99 e R$ 1.683,58. 

O cargo de agente administrativo (1) requer diploma de conclusão de curso de ensino médio e paga R$ 977,89.

Quem tem curso técnico está apto às carreiras de técnico em enfermagem (1), cujo vencimento é de R$ 977,89, e técnico em radiologia (CR), com ganho de R$ 1.028,66. 

Nível superior é requisito para os postos de enfermeiro (CR), nutricionista (1), psicólogo (1) e professor de educação básica I (15). As remunerações oscilam entre R$ 1.527,10 e R$ 2.413,12. 

 

Etapas do concurso da Prefeitura de Ribeirão Branco SP

 

A empresa responsável pela organização e execução do processo de seleção é a SHDias Consultoria e Assessoria. O formulário de inscrição estará disponível no endereço eletrônico www.shdias.com.br até o dia 1º de outubro. Os valores da taxa são de R$ 40 para ensino fundamental, R$ 50 para nível médio e curso técnico e R$ 60 para formação superior. 

Todos os inscritos no concurso da Prefeitura de Ribeirão Branco serão avaliados por meio de proba objetiva, a ser aplicada no dia 21 de outubro. Ela contemplará questões de múltipla escolha que versarão sobre as disciplinas de língua portuguesa, matemática e raciocínio lógico e/ou conhecimentos específicos. 

Candidatos que pleiteiam o cargo de professor de educação básica I ainda serão submetidos à análise de títulos.

Continuar lendo

Atualizado: 07/08/2018 - 09:26

Concurso São Bernardo SP: PROVA está prevista para 26/8

Concurso da Prefeitura de São Bernardo do Campo preencherá postos em 37 cargos, com destaque para oficial administrativo, que reúne 100 chances, cobra ensino médio e paga R$ 1,7 mil

752 vagas

Por JCConcursos - Samuel Peressin

Destinado a preencher 752 vagas, o novo concurso da Prefeitura de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, tem a prova da primeira fase prevista para 26 de agosto.    

 

Profissionais com ensino médio têm opções como analista de transportes (3 - R$ 3.945,81), auxiliar de serviços de agrimensura (1 - R$ 2.809,62), oficial administrativo (100 - R$ 1.722,95), guarda civil municipal - homem (70 - R$ 2.239,83), guarda civil municipal - mulher (30 - R$ 2.239,83) e professor de educação básica I (300 - até R$ 3.715,41).

 

As ofertas de nível superior no concurso da Prefeitura de São Bernardo são para procurador (9 - R$ 9.611,41), agente contábil (5 - R$ 4.715,83), agente de controladoria (2 - R$ 4.715,83), agente de tesouraria (3 - R$ 4.715,83), analista tributário financeiro (1 - R$ 7.903,21), arquiteto (10 - R$ 7.903,21), assistente jurídico (1 - R$ 5.586,87), assistente social (1 - R$ 5.187,41), contador (3 - R$ 7.903,21), desenhista (1 - R$ 5.107,20), engenheiro civil (9 - R$ 7.903,21), engenheiro eletricista (2 - R$ 7.903,21), fiscal de cadastro tributário (5 - R$ 4.715,83), fiscal I (32 - R$ 4.715,83), fisioterapeuta (1 - R$ 3.890,62), fonoaudiólogo (1 - R$ 5.187,41), geólogo (1 - R$ 5.946,50), psicólogo (9 - R$ 5.946,50), psicólogo - Secretaria de Educação (1 - R$ 5.187,41), técnico em agrimensura (9 - R$ 6.533,60), técnico em licitações (13 - R$ 4.324,61), técnico em meio ambiente (3 - R$ 4.715,83), terapeuta ocupacional (1 - R$ 3.890,62), coordenador pedagógico (35 - R$ 5.402,51), diretor escolar (50 - R$ 5.617,91), orientador pedagógico (5 - R$ 5.617,91) e professor nas áreas arte (10 - até R$ 3.938,33), educação física (15 - até R$ 3.938,33), educação especial - audiocomunicação (1 - até R$ 4.132,14), educação especial - deficiência intelectual/mental (8 - até R$ 4.132,14) e educação especial - deficiência visual (1 - até R$ 4.132,14). 

 

Inscrições e etapas do concurso da Prefeitura de São Bernardo do Campo 2018

 

As inscrições foram recebidas até 26 de junho, por meio do site da Fundação Vunesp (www.vunesp.com.br). As taxas custaram R$ 56,50 (nível médio) e R$ 82,20 (superior).

APOSTILAS CONCURSO PREFEITURA DE SÃO BERNARDO DO CAMPO SP 2018 - CARGOS DE NÍVEIS MÉDIO E SUPERIOR

Em 26 de agosto, a banca aplicará prova objetiva para todos os candidatos, além de exame prático-profissional apenas para os concorrentes a procurador.

 

As outras etapas do processo seletivo envolvem: análise de títulos (procurador, professor, coordenador pedagógico, diretor escolar e orientador pedagógico) e teste físico, avaliação psicológica e curso de formação (guarda civil municipal), em datas a serem definidas.

 

De acordo com os editais, o concurso da Prefeitura de São Bernardo do Campo terá validade de dois anos, prorrogável por mais dois, a critério do governo municipal.

 

Atribuições do oficial administrativo no concurso da Prefeitura de São Bernardo 2018

 

Datilografar serviços rotineiros, utilizando impressos padronizados relativamente simples e/ou correspondência interna e externa, relatórios, memorandos, etc., com base em minutas. Atender o expediente normal da unidade, efetuando abertura, recebimento, registro, distribuição, apensamento, desapensamento de processos, correspondência interna e externa e respectivos protocolos. Efetuar controles simples de arquivo, arquivamento em kardex, elaborar índices simples e remissivos. Redigir relatórios, minutas de ofícios, memorandos, declarações, circulares, ordens de serviço e similares, que envolvam interpretações de elementos analíticos complexos. Efetuar controles relativamente complexos envolvendo interpretação e comparação de dois ou mais tipos de informações: conferências de cálculos de licitações, apreciação em processos de compra, previsão orçamentária, controle contábil, controle de subvenções, controle de fundos, controle de férias, seguros e empréstimos e/ou outros tipos similares de controle. Efetuar cálculos simples, utilizando somente as quatro operações: cálculos de taxas de expediente, soma de avisos de crédito, cálculo de quilometragem e outros similares. Efetuar controles simples, que não envolvam interpretação e comparação de informações: controle de materiais, de quilometragem, de horas trabalhadas, cartões de ponto e/ou controles similares; Dar atendimento ao público, fornecendo informações relativamente complexas: informações sobre concorrências, editais, processos, leis, decretos, e/ou similares. Efetuar cálculos relativamente complexos, utilizando-se de fórmulas e envolvendo dados comparativos, cálculos de áreas, metragens de muros e passeios, cálculos de licença-prêmio, cálculos de juros de mora, correção monetária e/ou semelhantes. Dar atendimento de balcão, fornecendo informações gerais simples, atinentes ao serviço da Unidade. Redigir memorandos, cartas, relatórios e/ou mensagens simples, ofícios, cotas em processos, termos de juntada e retirada de documentos em expedientes, etc. Executar outras atividades correlatas ao cargo.

 

Concurso Prefeitura São Bernardo: o que vai cair na prova para oficial administrativo

 

Língua portuguesa – Leitura e interpretação de diversos tipos de textos (literários e não literários). Sinônimos e antônimos. Sentido próprio e figurado das palavras. Pontuação. Classes de palavras: substantivo, adjetivo, numeral, pronome, verbo, advérbio, preposição e conjunção: emprego e sentido que imprimem às relações que estabelecem. Concordância verbal e nominal. Regência verbal e nominal. Colocação pronominal. Crase.

 

Matemática – Resolução de situações-problema, envolvendo: adição, subtração, multiplicação, divisão, potenciação ou radiciação com números racionais, nas suas representações fracionária ou decimal; Mínimo múltiplo comum; Máximo divisor comum; Porcentagem; Razão e proporção; Regra de três simples ou composta; Equações do 1.º ou do 2.º graus; Sistema de equações do 1.º grau; Grandezas e medidas – quantidade, tempo, comprimento, superfície, capacidade e massa; Relação entre grandezas – tabela ou gráfico; Tratamento da informação – média aritmética simples; Noções de Geometria – forma, ângulos, área, perímetro, volume, Teoremas de Pitágoras ou de Tales.

 

Atualidades – Questões relacionadas a fatos políticos, econômicos, sociais e culturais, nacionais e internacionais, ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2018, divulgados na mídia local e/ou nacional.

 

Informática – MS-Windows 7: conceito de pastas, diretórios, arquivos e atalhos, área de trabalho, área de transferência, manipulação de arquivos e pastas, uso dos menus, programas e aplicativos, interação com o conjunto de aplicativos MS-Office 2010. MS-Word 2010: estrutura básica dos documentos, edição e formatação de textos, cabeçalhos, parágrafos, fontes, colunas, marcadores simbólicos e numéricos, tabelas, impressão, controle de quebras e numeração de páginas, legendas, índices, inserção de objetos, campos predefinidos, caixas de texto. MS-Excel 2010: estrutura básica das planilhas, conceitos de células, linhas, colunas, pastas e gráficos, elaboração de tabelas e gráficos, uso de fórmulas, funções e macros, impressão, inserção de objetos, campos predefinidos, controle de quebras e numeração de páginas, obtenção de dados externos, classificação de dados. MS-PowerPoint 2010: estrutura básica das apresentações, conceitos de slides, anotações, régua, guias, cabeçalhos e rodapés, noções de edição e formatação de apresentações, inserção de objetos, numeração de páginas, botões de ação, animação e transição entre slides. Correio Eletrônico: uso de correio eletrônico, preparo e envio de mensagens, anexação de arquivos. Internet: navegação na Internet, conceitos de URL, links, sites, busca e impressão de páginas.

APOSTILAS CONCURSO PREFEITURA DE SÃO BERNARDO DO CAMPO 2018 - OFICIAL ADMINISTRATIVO E CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR

Continuar lendo

Atualizado: 06/08/2018 - 14:27

Concurso em Monte Alegre do Sul SP reúne dez vagas

Oportunidades no concurso da Prefeitura de Monte Alegre do Sul estão distribuídas entre funções destinadas a profissionais de todas as escolaridades

Interior paulista

Por JCConcursos - Samuel Peressin

A Prefeitura de Monte Alegre do Sul, em São Paulo, abriu concurso público destinado a preencher dez vagas em carreiras de todas as escolaridades.

 

Para concorrer ao cargo de merendeira (2 postos e salário de R$ 982,62) é necessário possuir nível fundamental.

 

Ensino médio e formação técnica são requisitos para auxiliar de enfermagem (1 - R$ 1.143,52), técnico de enfermagem (2 - R$ 1.065,12) e técnico em segurança do trabalho (1 - R$ 1.065,12). 

 

Há ofertas de nível superior para contador (1 - R$ 1.627,37), farmacêutico (1 - R$ 1.468,83), professor de educação física (1 - R$ 12,03 por hora/aula) e professor de informática (1 - R$ 12,03 por hora/aula). 

 

 

Inscrições e prova do concurso da Prefeitura de Monte Alegre do Sul 2018

 

 

Com taxas entre R$ 28 e R$ 52, as inscrições podem ser registradas até 20 de agosto, mediante o preenchimento de formulário disponível no site www.integribrasil.com.br.

 

Os candidatos serão avaliados, em 23 de setembro, por meio de prova objetiva com 40 questões de múltipla escolha e duração de três horas. 

 

De acordo com o edital, o concurso da Prefeitura de Monte Alegre do Sul terá validade de dois anos, prorrogável por mais dois, a critério do governo municipal. 

 

 

Concurso Prefeitura Monte Alegre do Sul: atribuições da merendeira

 

 

Executa tarefas inerentes ao preparo e distribuição de merendas, selecionando alimentos, preparando refeições e distribuindo-as aos comensais, para atender ao programa de alimentação escolar de promoção social, e ainda auxiliar esporadicamente à realização de eventos cívicos ou sociais.

Continuar lendo

Atualizado: 06/08/2018 - 10:05

Concurso em Catanduva SP abre INSCRIÇÕES para 54 vagas

Há chances no concurso da Prefeitura de Catanduva para coordenador pedagógico, diretor e vice-diretor de escola, com salário de R$ 3,6 mil

Área da educação

Por JCConcursos - Samuel Peressin

A Prefeitura de Catanduva, município paulista localizado a cerca de 400 km da capital, abriu nesta segunda-feira (6) as inscrições do concurso que disponibiliza 54 vagas em cargos de nível superior na área da educação.

 

Há chances para coordenador pedagógico (20 postos e salário de R$ 3.622,68), diretor de escola (28 - R$ 3.652,01) e vice-diretor de escola (6 - R$ 3.622,68).

 

Com taxa de R$ 83, as candidaturas podem ser registradas até 5 de setembro, mediante o preenchimento de formulário disponível no site www.ibamsp-concursos.org.br.

 

 

Etapas do concurso da Prefeitura de Catanduva SP

 

 

Prevista para 30 de setembro, a prova objetiva apresentará 40 questões de múltipla escolha abordando língua portuguesa e conhecimentos específicos.

 

No mesmo dia, os candidatos deverão entregar os documentos relativos à análise de títulos. Serão considerados diplomas de especialização, mestrado e doutorado.

 

De acordo com o edital, o concurso da Prefeitura de Catanduva terá validade de um ano, prorrogável por mais um, a critério do governo municipal.

 

 

Concurso Prefeitura Catanduva 2018: principais atribuições do coordenador pedagógico

 

 

I - Articular a elaboração participativa do Projeto Político Pedagógico da Escola; II - assessorar a direção em todas as ações pedagógicas; III - promover a articulação e a integração das ações pedagógicas desenvolvidas na unidade escolar, de acordo com a política educacional da Secretaria Municipal de Educação, respeitada a legislação em vigor; IV - coordenar a consecução e a avaliação do Projeto Pedagógico da unidade escolar; V - propor e executar ações junto ao corpo docente que possam garantir a implementação do Projeto Pedag6gico do unidade escolar; VI - articular as reuniões pedagógicas, oferecendo subsídios para um trabalho pedagógico mais dinâmico e significativo; VII - coordenar e acompanhar os horários das atividades pedagógicas dos docentes, viabilizando a atualização pedagógica em serviço: VIII - assessorar os docentes no planejamento do recuperação da aprendizagem e da dependência, considerados os índices de avaliação interna e externa; Entre outras atividades. 
 

Continuar lendo

Atualizado: 03/08/2018 - 15:43

Pardinho SP tem concurso com cargos de nível superior

Concurso da Prefeitura Municipal de Pardinho é destinado a formação de cadastro reserva de professores. Inscrições serão recebidas até 9 de agosto

Educação

Por JCConcursos - Patricia Lavezzo

A Prefeitura Municipal de Pardinho, situada no Estado de São Paulo, está com inscrições abertas de concurso para formação de cadastro reserva na área da educação.   

Oportunidades são para os postos de professor de desenvolvimento infantil - creche, professor de educação infantil, professor I e professor II nas disciplinas de ciências, educação artística, história, língua inglesa, língua portuguesa e matemática. 

As carreiras exigem formação superior e/ou licenciatura na área. O salário inicial oferecido pela Prefeitura de Pardinho é de R$ 12,12 por hora/aula, além do benefício de vale-alimentação, no valor de R$ 200. 

As inscrições deverão ser realizadas exclusivamente pela internet, através do endereço eletrônico www.conscamweb.com.br, até o dia 9 de agosto. O valor da taxa de participação é de R$ 45. 

Os candidatos poderão se inscrever para mais de um cargo, desde que a prova seja aplicada me períodos distintos, especificados a seguir: período I para professor educação infantil e professor II nas disciplinas de ciências, educação artística e história; período II para professor de desenvolvimento infantil - creche e professor II nas matérias de língua portuguesa e matemática; e período III para professor I e professor II língua inglesa. 

 

Provas do concurso da Prefeitura de Pardinho SP

 

A primeira etapa a ser disputada pelos candidatos será a prova objetiva, marcada para o dia 2 de setembro. Com duração de duas horas, a avaliação será composta por 30 questões de múltipla escolha, sendo dez de português, cinco de matemática e 15 de conhecimentos específicos, pedagógicos e legislação. 

A fase final do concurso da Prefeitura de Pardinho será a análise de títulos. Não haverá desclassificação do candidato pela não apresentação dos títulos. 

Continuar lendo

Atualizado: 03/08/2018 - 15:30

São Luiz do Paraitinga SP prepara novo concurso público

Seleção terá 20 vagas imediatas, além de formar cadastro reserva de pessoal para diversos cargos, com iniciais de até R$ 10,5 mil

Todos os níveis

Por JCConcursos - Fernando Cezar Alves

A Prefeitura de São Luiz do Paraitinga, na região do Vale do Paraíba, a 171 km da capital paulista, realizará concurso público para o preenchimento de 20 vagas imediatas, além de formar cadastro reserva de pessoal em diversos cargos. Das oportunidades imediatas, 14 são para quem possui ensino fundamental, três para ensino médio e três para nível superior, com remunerações iniciais que variam de R$ 960,05 a R$ 10.561,11, com jornadas de trabalho de 16 a 40 horas semanais.


O processo está em fase de licitação, que está sendo feito pelo critério de pregão presencial, com abertura dos envelopes marcada para o próximo dia 15 de agosto. Somente após a contratação da empresa poderá ser definida a data de publicação do edital de abertura de inscrições.

 

Ensino Fundamental
Quem possui ensino fundamental poderá concorrer aos cargos de agente comunitário de saúde (7 vagas, com inicial de R$ 1.119,47, para 40 horas semanais), conserveiro de estradas (cadastro reserva, com 5 série do ensino fundamental, R$ 960,05, 40 horas), eletricista (CR, R$ 1.394,06, 40 horas), gari (CR, 5 série do ensino fundamental, R$ 960,05, 40horas), merendeira (CR, 5 série do ensino fundamental, R$ 960,05,40 horas), motorista (1, com 5 série do ensino fundamental e carteira de habilitação específica, R$ 1.394,06, 40 horas), operador de máquinas (CR, 5 série do ensino fundamental e habilitação, R$ 2.112,23, 40 horas), pedreiro (CR, 5 série do ensino fundamental, R$ 1.394,06, 40 horas), pessoal de obras (CR, 5 série do ensino fundamental, R$ 960,05, 40 horas) e servente de serviços gerais (6 + CR, 5 série do ensino fundamental, R$ 960,05, 40 horas).

 

Ensino Médio
Para ensino médio: auxiliar administrativo (CR, R$ 1.309,58, 40 horas), auxiliar de enfermagem do PSF (2 + CR, R$ 1.478,57, 40 horas), fiscal de obras (1, R$ 1.879,89, 40 horas), fiscal de trânsito (R$ 1.394,06, 40 horas), fiscal de tributos (CR, R$ 1.879,89, 40 horas), fiscal municipal (CR, R$ 1.879,89, 40 horas), técnico de segurança do trabalho (CR, com curso técnico e registro no Ministério do Trabalho, R$ 1.572,61, 40 horas) e técnico em informática (CR, com curso específico, R$ 1.394,06, 40 horas).

 

Nível Superior
Por fim, para nível superior: advogado (CR, R$ 2.957,09, 30 horas), arquiteto (CR R$ 2.957,09, 30 horas), contabilista (CR, R$ 4.013,20, 40 horas), controlador interno (CR, R$ 3.590,75, 40 horas), enfermeira (CR, R$ 3.168,34, 40 horas), enfermeiro do PSF (1 + CR, R$ 4.436,42, 30 horas), engenheiro civil (CR, R$ 3.168,34, 30 horas), farmacêutico (1, R$ 3.168,34, 40 horas), fonoaudiólogo (CR, R$ 2.745,90, 30 horas), médico do trabalho (CR 3.273,93, 16 horas), médico generalista do PSF (1 + CR, R$ 10.561,11, 40 horas), médico ginecologista (CR, R$ 4.013,20, 16 horas), médico pediatra (CR, R$ 4.013,20, 16 horas), médico psiquiatra (CR, R$ 4.013,20, 16horas), professor de educação básica de educação infantil para crianças de 4 e 5 anos (CR, R$ 1.659,82, 25 a 32 horas), professor de educação básica II ensino fundamental de 6 a 9 ano – matemática (CR, R$ 14,74 por hora aula, de duas a 40 horas aulas semanais), professor de educação básica II – ensino fundamental de 6 a 9 séries – língua portuguesa (CR, R$ 14,74, duas a 40 horas semanais), professor de educação básica I – ensino fundamental 1 a 5 anos (CR, R$ 1.991,77,30 a 32 horas), professor de educação básica II – ensino fundamental de 6 a 9 séries – ciências (CR, R$ 14,74 por hora aula,  de duas a 40 horas semanais), professor de educação básica  II – ensino fundamental de 6 a 9 séries – educação física (CR, R$ 14,74 por hora aula para duas a 40 horas semanais), professor de educação básica II – ensino fundamental de 6 a 9 séries – geografia (CR, R$ 14,74 por hora aula, de duas a 40 horas semanais), professor de educação básica II – ensino fundamental de 6 a 9 séries – história (CR, R$ 14,74 por hora aula para duas a 40 horas), professor de educação básica II – ensino fundamental de 6 a 9 séries – inglês (CR, R$ 14,74 para duas a 40 horas semanais) e psicólogo (CR, R$ 2.323,42, 20 horas).


De acordo com o edital de licitação, as taxas previstas são de R$ 30,83 para cargos de ensino fundamental, R$ 34,83 para ensino médio e R$ 49,16 para nível superior.                     

 

Continuar lendo

Atualizado: 02/08/2018 - 12:07

São Joaquim da Barra SP definida BANCA para 71 vagas

Seleção contará com oportunidades para diversos cargos, com opções em todos os níveis de escolaridade. Edital em breve

Iniciais até R$ 13,3 mil

Por JCConcursos - Fernando Cezar Alves

A prefeitura de São Joaquim da Barra, no interior paulista, a 396 km da capital e próxima de Franca, já definiu o nome da banca organizadora do seu novo concurso público. A escolhida é o Instituto de Marketing, Assessoria e Gestão de Imagem na Empresa Ltda. Com isto, a expectativa é de que o edital de abertura de inscrições possa ser publicado no decorrer dos próximos dias.

Ao todo serão oferecidas 71, sendo seis para cargos com exigência de ensino fundamental incompleto, oito para fundamental completo, 21 para ensino médio e 36 para nível superior, com remunerações iniciais que variam de R$ 1.069,61 a R$ 13.365,96, com jornadas de trabalho de 10 a 44 horas semanais.

Ensino Fundamental Incompleto
Quem possui ensino fundamental incompleto poderá concorrer aos cargos de operador de máquinas e equipamentos sênior (1 vaga, com carteira de habilitação “C” ou superior, R$ 1.674,11, com jornada de trabalho de 44 horas semanais), encanador sênior (1, R$ 1.533,53, 44 horas), pedreiro (3, R$ 1.413,01, 44 horas) e pintor de paredes (1, R$ 1.378,14, 44 horas).

 

Ensino Fundamental Completo
Para fundamental completo:  motorista (2, com carteira de habilitação ”D”, R$ 1.413,01, 44 horas), frentista (2, R$ 1.413,01, 44 horas), merendeira (2, R$ 1.413,01, 44 horas) e agente comunitário de saúde (2, R$ 1.344,97, 44 horas).

 

Ensino Médio
Ensino médio: auxiliar de dentista (1, R$ 1.274,88, 44 horas), fiscal de posturas (2, R$ 1.674,11, 44horas), fiscal de rendas (2, ensino médio incompleto, R$ 1.674,11, 44 horas), encarregado de rede de água e esgoto (1, R$ 1.674,11, 44 horas), eletricista (2, com curso técnico em eletrotécnica, R$ 1.578,23, 44 horas), auxiliar de tesoureiro (3, com curso técnico em contabilidade, R$ 1.674,11, 44 horas), escriturário II (1, R$ 1.343,94, 40horas), inspetor de alunos (1, R$ 1.069,61, 44 horas), auxiliar de almoxarife (1, R$ 1.578,23, 44 horas),  agente sanitário (1, R$ 1.447,72, 44 horas), auxiliar de dentista (1, R$ 1.274,88, 44 horas), fiscais de posturas (2, R$ 1.674,11, 44 horas), fiscais de rendas (2, R$ 1.674,11, 44 horas) e encarregado de rede de água e esgoto (1, R$ 1.674,11, 44 horas).

 

Nível Superior
Por fim, para nível superior: contador (2, com registro no conselho, R$ 4.133,18, 40 horas), chefe de setor de licitações e despesas (1, com superior e curso técnico em contabilidade, administração ou informática, R$ 1.722,94, 44 horas), tesoureiro (1, com superior e curso técnico em contabilidade, administração ou informática, R$ 1.819,14, 44 horas), professor de educação básica peb I – ensino fundamental (1, com licenciatura plena em pedagogia com habilitação de magistério nas séries iniciais, R$ 2.091,70, 24 horas), professor de educação infantil (1, com licenciatura plena em pedagogia com habilitação em educação infantil, R$ 2.091,70, 24 horas),  procurador jurídico (2, R$ 4.477,47, 30 horas), médico vascular (1, com registro no conselho, R$ 3.616,25, 10 horas), médico pediatra (3, com registro no conselho, R$ 3.616,25, 10 horas), médico ginecologista/obstetra (2, com registro no conselho, R$ 3.616,25, 10 horas), médico endocrinologista (1, com registro no conselho, R$ 3.616,25, 10 horas), médico psiquiatra (3, com registro no conselho, R$ 3.616,25, 10 horas),  médico clinico geral (8, com registro no conselho, R$ 13.365,96, 40 horas), enfermeiro padrão (6, R$ 3.100,77, 40 horas), psicólogo (2, com registro no conselho, R$ 2.411,80, 20 horas) e tecnólogo em raio X (2, com superior em radiologia, R$ 1.819,14, 44 horas).  

 

Continuar lendo

Atualizado: 02/08/2018 - 10:19

Aberto concurso com 51 vagas na Prefeitura de Bálsamo SP

Concurso da Prefeitura de Bálsamo preencherá postos em cargos de todas as escolaridades. Inscrições vão de 6 a 27 de agosto

Diversas áreas

Por JCConcursos - Samuel Peressin

A Prefeitura de Bálsamo, em São Paulo, a cerca de 450 km da capital, divulgou edital de concurso público destinado a preencher 51 vagas, além de formar cadastro reserva (CR). 

 

O processo seletivo tem chances de nível fundamental para serviços gerais (10 postos + CR e salário de R$ 1.099,75), operador de máquinas (1 + CR - R$ 1.044,36), padeiro (1 + CR - R$ 1.009,75), auxiliar de enfermagem (2 + CR - R$ 1.009,75), motorista (1 + CR - R$ 1.009,75), visitador domiciliar (1 + CR - R$ 1.099,75) e auxiliar de apoio operacional (CR - R$ 1.009,75).

 

Há ofertas com exigência de ensino médio e, em alguns casos, formação técnica para recepcionista (2 + CR - R$ 1.009,75), técnico de enfermagem (1 + CR - R$ 1.009,75), lançador (CR - R$ 1.224,78), escriturário (1 + CR - R$ 1.009,75), agente administrativo (1 + CR - R$ 1.009,75) e agente comunitário de saúde (1 + CR - R$ 1.014).

 

O edital disponibiliza vagas de nível superior para enfermeiro (2 + CR - R$ 1.950,03), fisioterapeuta (1 + CR - R$ 1.508,35), nutricionista (1 + CR - R$ 1.131,49), psicólogo (1 + CR - R$ 1.277,38), farmacêutico (1 + CR - R$ 1.224,68), fiscal de tributos (CR - R$ 1.950,03), engenheiro civil (CR - R$ 1.642,06), assistente social (1 + CR - R$ 2.037,15), fonoaudiólogo (CR - R$ 1.277,38) e professor nas áreas de educação infantil (7 + CR - R$ 1.841,51), educação fundamental (13 + CR - R$ 1.841,51), artes (1 + CR - R$ 1.841,51) e educação física (1 + CR - R$ 1.841,51). 

 

 

Inscrição e etapas do concurso da Prefeitura de Bálsamo SP

 

 

As inscrições serão recebidas entre 6 e 27 de agosto, no endereço: www.consulpam.com.br. As taxas foram fixadas em R$ 40 (nível fundamental), R$ 55 (médio) e R$ 70 (superior).

 

Todos os candidatos realizarão, em 23 de setembro, prova objetiva com questões de múltipla escolha sobre conhecimentos gerais e específicos.

 

Haverá também teste prático (motorista, padeiro e operador de máquinas), em data a ser definida, e avaliação de títulos (vagas de nível superior), com entrega dos documentos no mesmo dia do exame objetivo.

 

De acordo com o edital, o concurso da Prefeitura de Bálsamo terá validade de dois anos, prorrogável por mais dois, a critério do governo municipal.

 

 

Concurso Prefeitura Bálsamo: o que vai cair na prova para cargos de nível fundamental

 

 

Língua portuguesa - Compreensão e interpretação de textos. Tipos e gêneros textuais: narrativo, descritivo e argumentativo. Frase e oração. Língua padrão: ortografia, acentuação gráfica, pontuação, classes de palavras, concordância nominal e verbal, regência verbal e nominal, sintaxe de colocação. Produção Textual. Formação de palavras. Palavras primitivas e derivadas. Variação linguística.

 

Matemática - Raciocínio Matemático. Conjuntos. Sistema de numeração decimal. Números racionais. Medida de tempo. Operações Fundamentais: adição, subtração, multiplicação e divisão. Resolução de Problemas.

 

Atualidades - História recente do Brasil, do Estado de São Paulo e Região. Notícias nacionais e internacionais atuais referentes a temas sócio/econômico/político/cultural, veiculados pela imprensa nos últimos 12 meses.

Continuar lendo

Atualizado: 02/08/2018 - 09:28

São José do Rio Preto ABRE concurso com 525 vagas

Oportunidades para cargos da área da educação são contemplados no edital da Prefeitura de São José do Rio Preto. Remunerações iniciais de até R$ 5,2 mil

Interior de São Paulo

Por JCConcursos - Camila Diodato

Localizada no interior do Estado de São Paulo, a Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto abre nesta quinta-feira (2) o prazo de inscrição do concurso público que visa a contratar 525 profissionais em seu quadro de pessoal. Todas as oportunidades são para a área da educação.

O edital contempla os cargos de professor de educação básica I (495 vagas), coordenador pedagógico (24), diretor de escola (3) e supervisor de ensino.

Para concorrer a um dos postos é necessário possui licenciatura plena completa, sendo que em alguns casos ainda exige-se experiência profissional.

Os salários oferecidos no concurso da Prefeitura de São José do Rio Preto partem de R$ 2.399,90 e chegam ao valor de R$ 5.264,68, para jornadas de 35 ou 40 horas semanais. 

Inscrições do concurso da Prefeitura de São José do Rio Preto

Quem estiver interessado no certame deve se inscrever até o dia 30 agosto. O formulário cadastral está disponível no site da Fundação Vunesp (www.vunesp.com.br), a banca organizadora.

APOSTILA CONCURSO PREFEITURA DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO 2018 - PROFESSOR DE EDUCAÇÃO BÁSICA I

Depois de preencher a ficha, para efetivar a participação, será necessário pagar uma taxa de R$ 64,50 (no caso da carreira de professor) ou de R$ 75 (para as demais funções). O pagamento precisa ser feito até 31 de agosto.

Triagem do concurso da Prefeitura de São José do Rio Preto

Os concorrentes passarão por uma prova objetiva com questões de múltipla escolha sobre língua portuguesa, raciocínio lógico e conhecimentos específicos. O exame está marcado para 14 de outubro, no período da manhã (professor e supervisor) e da tarde (coordenador e diretor).

A Fundação Vunesp divulgará com antecedência, em sua página eletrônica, os horários, endereços e locais de aplicação do teste objetivo.

As demais fases do concurso da Prefeitura de São José do Rio Preto são estudo de caso e avaliação de documentos. O estudo ocorrerá na mesma data que a prova objetiva, enquanto os títulos deverão ser entregues em 25 de novembro.

Mais detalhes do concurso da Prefeitura de São José do Rio Preto

O concurso terá validade de um ano, que pode ser prorrogado uma única vez e pelo mesmo período, a contar da data de publicação de sua homologação e a critério da Administração Municipal.

Com relação aos futuros servidores, quem for aprovado no certame será contratado pelo regime jurídico da Lei Complementar n.º 05, de 28 de dezembro de 1990 (Estatuto dos Servidores Públicos Municipais) e suas alterações, e submetidos ao regime próprio de Previdência Social.

Principais atribuições

Diretor de escola - Assegurar o cumprimento da legislação em vigor, bem como dos regulamentos, diretrizes e normas emanadas da administração superior; responder pelo cumprimento, no âmbito da escola, das leis, regulamentos e determinações, bem como dos prazos estabelecidos pelas autoridades superiores para execução dos trabalhos; representar a escola, responsabilizando-se por seu funcionamento perante os órgãos de ensino e do poder público; assumir, juntamente com a coordenação pedagógica, a responsabilidade formal pelas atividades de planejamento no âmbito da escola, coordenando a elaboração, execução e avaliação da proposta pedagógica e do plano escolar; entre outras tarefas.

Coordenador pedagógico - Organizar e coordenar as atividades da programação pedagógica inseridas na proposta pedagógica; elaborar a programação das atividades de sua área de atuação, assegurando a articulação com as demais atividades da escola, e utilizando os recursos técnico-pedagógicos e multimeios; elaborar diagnósticos e projetos para o enriquecimento do currículo escolar; entre outras tarefas.

Supervisor de ensino - Zelar pela regularidade da estrutura e funcionamento das escolas, tendo como principal função a permanente busca da melhoria da qualidade de ensino; fazer da ação supervisora a ligação entre as várias instâncias do sistema; sistematizar e articular as diretrizes emanadas da política educacional, a fim de subsidiar tomadas de decisões e medidas que viabilizem a proposta pedagógica das escolas; prestar assistência técnico-pedagógica e administrativa às unidades escolares do sistema municipal de ensino; propor diretrizes para elaboração, execução, coordenação e avaliação da proposta pedagógica e do plano escolar; entre outras tarefas.

Professor de educação básica I - participar da elaboração, implementação e avaliação do projeto pedagógico, do regimento escolar e do plano escolar da unidade educacional, bem como das demais atividades do processo educacional, visando a melhoria da qualidade da educação, em consonância com as diretrizes educacionais da secretaria municipal de educação; elaborar o plano de ensino da turma e do componente curricular atentando para as metas e objetivos propostos no projeto pedagógico e para as diretrizes curriculares da secretaria municipal de educação; elaborar plano de ensino considerando, quando for o caso, as informações obtidas nas avaliações externas e internas que indicam o aproveitamento escolar dos alunos e as metas de aprendizagem indicadas para a unidade escolar; entre outras tarefas.
 

Continuar lendo

Atualizado: 01/08/2018 - 10:57

Jacupiranga SP inscreve para concurso com 31 vagas

Chances em disputa no concurso da Prefeitura de Jacupiranga, no interior paulista, estão distribuídas entre funções destinadas a profissionais de todas as escolaridades

Até 24/8

Por JCConcursos - Samuel Peressin

A Prefeitura de Jacupiranga, cidade paulista com cerca de 20 mil habitantes, abriu hoje (1) as inscrições para o concurso público que disponibiliza 31 vagas, além de chances para cadastro reserva (CR).

 

Para concorrer como auxiliar de serviços gerais (3 postos e salário de R$ 964,64), borracheiro (1 - R$ 1.088,83) e operário braçal (3 - R$ 964,64) basta ser alfabetizado.  

 

Profissionais com nível fundamental têm opções como auxiliar de saúde bucal (CR - R$ 1.143,32), guarda para policiamento administrativo/vigia (1 - R$ 964,64), mecânico (1 - R$ 1.502,68), motorista de ambulância (CR - R$ 1.143,32), motorista de veículos e cargas em geral (CR - R$ 1.143,32), operador de máquinas (CR - R$ 1.153,13) e recepcionista hospitalar (1 - R$ 1.016,40).

 

Quem possui ensino médio está apto a se inscrever no concurso da Prefeitura de Jacupiranga para as funções de agente comunitário de saúde (2 + CR - R$ 1.214,08), agente de combate a endemias (1 - R$ 1.214,08), agente de organização escolar (2 - R$ 1.153,13), auxiliar de desenvolvimento infantil (CR - R$ 1.173,04), auxiliar de farmácia (1 - R$ 971,86), eletricista (1 - R$ 1.203,66), eletricista de veículos automotores (1 - R$ 1.502,68), escriturário (2 - R$ 1.153,13), fiscal geral (CR - R$ 1.502,68), monitor de transporte escolar (1 - R$ 1.153,13), office boy (CR - R$ 964,64), secretário de escola (CR - R$ 1.163,04), técnico de enfermagem (1 - R$ 1.163,04), técnico de informática (1 - R$ 1.701,35), técnico de raio X (CR - R$ 1.929,28) e técnico em segurança do trabalho (1 - R$ 1.849,85).  

 

São ofertadas carreiras de nível superior para assistente social (CR - R$ 3.110,31), bibliotecário (CR - R$ 2.192,93), contador (CR - R$ 4.464,46), dentista (CR - R$ 3.110,31), enfermeiro (1 - R$ 3.110,31), engenheiro agrônomo (CR - R$ 3.110,31), engenheiro de segurança do trabalho (1 - R$ 3.406,95), farmacêutico (1 - R$ 3.110,31), fiscal tributário (CR - R$ 3.110,31), fisioterapeuta (1 - R$ 3.110,31), médico do trabalho (1 - R$ 6.159,16), ginecologista (1 - R$ 3.406,95), médico plantonista (CR - R$ 805,34 por plantão), nutricionista (CR - R$ 3.110,31), procurador jurídico (CR - R$ 3.110,31), professor de artes (CR - R$ 2.701,08), professor de educação básica - especial (1 - R$ 2.701,08) e psicólogo (CR - R$ 3.110,31).

 

 

Concurso Prefeitura Jacupiranga: inscrições e etapas

 

 

A RBO Assessoria, banca que organiza o certame, recebe inscrições até 24 de agosto, por meio do site www.rboconcursos.com.br. A empresa cobra taxas de R$ 35 (alfabetizados e nível fundamental), R$ 45 (médio) e R$ 60 (superior).   

 

Todos os candidatos farão prova objetiva com questões de conhecimentos básicos e específicos. A aplicação está prevista para 23 de setembro. 

 

A seleção será finalizada com outras duas etapas: teste prático (para borracheiro, mecânico, motorista, operador de máquinas, eletricista, eletricista de veículos, escriturário e secretário de escola) e avaliação de títulos (professor). 

 

De acordo com o edital, o concurso da Prefeitura de Jacupiranga terá validade de dois anos, prorrogável por mais dois, a critério do governo municipal.

 

 

Principais atribuições do auxiliar de serviços gerais no concurso da Prefeitura de Jacupiranga

 

 

Executar tarefas de natureza operacional em obras públicas, conservação e manutenção de próprios municipais. Auxiliar nos serviços de armazenagem de materiais leves e pesados, tais como cal, cimento, areia, tijolos e outros, acondicionando-os em prateleiras ou pátios dos almoxarifados, para assegurar o estoque dos mesmos. Auxiliar nos serviços de jardinagem, aparando gramas, preparando a terra, plantando sementes e mudas, podando árvores, visando conservar, cultivar e embelezar canteiros em geral. Efetuar a limpeza e conservação de áreas verdes, praças, terrenos baldios, ruas e outros logradouros públicos, carpindo, limpando, lavando, varrendo, transportando entulhos, visando melhorar o aspecto do município. Efetuar a limpeza e conservação nos cemitérios e nos jazigos, bem como auxiliando na preparação de sepulturas, abrindo e fechando covas, para permitir o sepultamento dos cadáveres. Auxiliar os motoristas nas atividades de carregamento, descarregamento e entrega de materiais e mercadorias, valendo-se do esforço físico e/ou outros recursos, visando contribuir para a execução dos trabalhos. Auxiliar na preparação de ruas para a execução de serviços de pavimentação, compactando o solo, esparramando terra, pedra, para manter a conservação de trechos desgastados ou na abertura de novas vias. Auxiliar nas instalações e manutenções elétricas, fornecendo materiais necessários e utilizando ferramentas manuais, para estruturar a parte geral das instalações. Apreender animais soltos em vias públicas, tais como vaca, cavalo, cachorros, cabritos, etc., laçando-os e conduzindo-os ao local apropriado, para evitar acidentes e garantir a saúde da população. Entre outras atividades.
 

Continuar lendo

Atualizado: 01/08/2018 - 10:01

Campo Limpo Paulista SP ABRE concurso com 139 vagas

Prazo para inscrições vai até 30 de agosto. Concurso da Prefeitura de Campo Limpo Paulista tem chances para faxineiro, assistente administrativo, recepcionista, professor, entre outras funções

13 cargos

Por JCConcursos - Samuel Peressin

Foram abertas nesta quarta-feira (1) as inscrições para o concurso da Prefeitura de Campo Limpo Paulista, em São Paulo, com oferta de 139 vagas. 

 

O cargo de faxineiro (6 postos e remuneração inicial de R$ 1.142) é destinado a profissionais com ensino fundamental incompleto.

 

O edital apresenta chances de nível médio para assistente administrativo (10 - R$ 1.296), auxiliar de farmácia (2 - R$ 1.246), monitor de creche (1 - R$ 1.142) e recepcionista (12 - R$ 1.142).

 

Além de segundo grau, os interessados em concorrer como técnico de enfermagem (20 - R$ 1.804) e técnico de gesso (1 - R$ 1.513) devem possuir formação técnica.

APOSTILAS CONCURSO PREFEITURA DE CAMPO LIMPO PAULISTA 2018 - DIVERSOS CARGOS

As oportunidades que requerem curso superior são para assistente social (2 - R$ 2.366), enfermeiro padrão (2 - R$ 3.222), enfermeiro padrão plantonista (7 - R$ 3.465) e professor nas áreas de educação básica I - ensino fundamental (40 - R$ 2.565), educação infantil - pré-escola (12 - R$ 2.565) e educação infantil - creche (24 - R$ 2.395). 

 

 

Concurso Prefeitura Campo Limpo Paulista: inscrições e provas

 

 

O prazo para se inscrever termina às 23h59 de 30 de agosto. É necessário efetuar cadastro pelo site www.ibamsp-concursos.org.br. As taxas variam conforme a escolaridade exigida para cada cargo: R$ 47 (nível fundamental), R$ 65 (médio) e R$ 83 (superior). 

 

A seleção será realizada em duas fases: prova objetiva para todos os candidatos, em 23 de setembro, e avaliação de títulos somente para os concorrentes a professor, em data a ser definida.   

 

De acordo com o edital, o concurso da Prefeitura de Campo Limpo Paulista terá validade de dois anos, prorrogável por mais dois, a critério do governo municipal.

 

 

Atribuições do assistente administrativo no concurso da Prefeitura de Campo Limpo Paulista

 

 

Responsável por serviços administrativos em geral: datilografia e digitação; arquivo de documentos; controle de processos administrativos e demais atribuições correlatas ao cargo.

 

 

Concurso Prefeitura Campo Limpo Paulista: atribuições do recepcionista

 

Responsável pelo atendimento dos pacientes da área da saúde no Hospital de Clínicas de Campo Limpo Paulista ou postos de atendimento; agendar procedimentos médicos, exames e consultas; registrar e cadastrar dados e informações e demais atribuições correlatas ao cargo.
 

Continuar lendo

Atualizado: 31/07/2018 - 15:28

Guareí SP divulga EDITAL de concurso com 14 vagas

Há chances para auxiliar de serviços gerais, gari, zelador, escriturário, secretária, nutricionista, entre outros cargos. Inscrições para o concurso da Prefeitura de Guareí começam em 31 de agosto

Todos os níveis

Por JCConcursos - Samuel Peressin

A Prefeitura de Guareí, no interior paulista, publicou edital de processo seletivo com oferta de 14 vagas temporárias, além de chances para formação de cadastro reserva (CR). 

 

As funções de auxiliar de serviços gerais (2 postos e salário de R$ 1.030,34), coletor de lixo (1 - R$ 1.030,34), eletricista (1 - R$ 1.030,34), gari (1 - R$ 1.030,34) e zelador de canil (3 - R$ 1.041,83) admitem profissionais com nível fundamental incompleto. 

 

Já os cargos de ajudante geral (1 - R$ 1.030,34), almoxarife (CR - R$ 1.254,27), auxiliar de serviços escolares (1 - R$ 1.030,34) e escriturário (CR - R$ 1.263,39) são destinados a candidatos que concluíram o ensino fundamental.

 

Para concorrer ao emprego de secretária (1 - R$ 1.030,34) é necessário possuir diploma de segundo grau.

 

As ofertas de nível superior são para nutricionista (1 - R$ 2.161,43), psicopedagogo (1 - R$ 2.161,43) e técnico desportivo (1 - R$ 1.548,95).

 

 

Inscrição e etapas do concurso da Prefeitura de Guareí

 

 

O Instituto Mais, banca que organiza a seleção, recebe inscrições entre 2 e 31 de agosto, pelo site www.institutomais.org.br. As taxas custam R$ 30 (ensino fundamental), R$ 42 (médio) e R$ 57 (superior).

 

Os candidatos serão avaliados em etapa única, por meio de prova objetiva marcada para dois dias de setembro: 29 (auxiliar de serviços escolares, secretária, nutricionista, psicopedagogo e técnico desportivo) e 30 (demais cargos).

 

De acordo com o edital, o concurso da Prefeitura de Guareí terá validade de um ano, prorrogável por mais um, a critério do governo municipal.  

 

 

Concurso Prefeitura Guareí: atribuições do auxiliar de serviços gerais

 

 

Limpar e arrumar as dependências e instalações de edifícios públicos municipais, a fim de mantê-los nas condições de asseio requeridas; Recolher o lixo da unidade em que serve, acondicionando detritos e depositando-os de acordo com as determinações definidas; Percorrer as dependências da Prefeitura, abrindo e fechando janelas, portas e portões, bem como ligando e desligando pontos de iluminação, máquinas e aparelhos elétricos; recolher e distribuir internamente correspondências, pequenos volumes e expedientes, separando-os por destinatário, observando o nome e a localização, solicitando assinatura em livro de protocolo; Executar serviços externos, apanhando e entregando correspondências, fazendo pequenas compras e pagamentos; Duplicar documentos diversos, operando máquina própria, ligando-a, abastecendo-a de papel e tinta, regulando o número de cópias; Operar cortadoras e grampeadores de papel, bem como alcear os documentos duplicados; Percorrer as dependências da Prefeitura, abrindo e fechando janelas, portas e portões, bem como ligando e desligando pontos de iluminação, máquinas e aparelhos elétricos; Manter limpo e arrumado o material sob sua guarda; Comunicar ao superior imediato qualquer irregularidade verificada, bem como a necessidade de consertos e reparos nas dependências, móveis e utensílios que lhe cabe manter limpos e com boa aparência; Executar outras atribuições afins.

Continuar lendo

Atualizado: 31/07/2018 - 11:10

Últimos dias de inscrição para concurso em Fernão SP

Concurso da Prefeitura de Fernão tem ofertas para professor de artes e psicólogo. Vencimentos iniciais chegam a R$ 3,3 mil

Até 2/8

Por JCConcursos - Samuel Peressin

Terminam às 16h da próxima quinta-feira (2) as inscrições para o processo seletivo da Prefeitura de Fernão, em São Paulo, destinado a formar cadastro reserva em dois cargos. 

 

Há oportunidades para psicólogo (salário de R$ 3.362,87) e professor de educação básica II - artes (R$ 17,88 por hora/aula). Ambas as carreiras cobram curso superior.

 

Os interessados devem acessar o site da banca Conscam (http://www.conscamweb.com.br/) para realizar a inscrição. O valor da taxa é o mesmo para as duas funções: R$ 50.

 

 

Etapas do concurso da Prefeitura de Fernão

 

 

Prevista para 19 de agosto, a prova objetiva cobrará a resolução de 30 questões sobre língua portuguesa, matemática, informática e conhecimentos específicos.

 

Na mesma data, os concorrentes ao cargo de professor deverão entregar os documentos relativos à avaliação de títulos (diplomas de especialização, mestrado e doutorado). 

 

 

Conteúdo programático parcial para o concurso da Prefeitura de Fernão 2018

 

 

Língua portuguesa - Leitura e análise do texto: compreensão e significado contextual das palavras e expressões do texto; interpretação do texto; gêneros e tipologias textuais. Fonética e Fonologia: ortografia; acentuação gráfica. Morfologia: as classes de palavras. Sintaxe: frase, oração, período; termos essenciais da oração; termos integrantes da oração (objeto direto, indireto, complemento nominal); termos acessórios da oração. Conjunções coordenativas (relação de sentido entre as conjunções e as orações do texto); conjunções subordinativas adverbiais (relação de sentido entre as conjunções e as orações do texto); concordância verbal e nominal. Suplemento ou Apêndice: crase; pontuação; funções do QUE e do SE; figuras de linguagem; vícios de linguagem.

 

Matemática - Números: naturais, inteiros, racionais, irracionais, reais, complexos; Álgebra: sequências, conceitos, operações com expressões algébricas; Equações e Inequações; Relações e funções; Geometria: elementos básicos, conceitos primitivos, representação geométrica no plano; Sistema de medidas: comprimento, superfície, volume, capacidade, ângulo, tempo, massa, peso, velocidade e temperatura; Estatísticas: noções básicas, razão, proporção, interpretação e construção de tabelas e gráficos; Matrizes; Progressão Aritmética / Geométrica; Noções de probabilidade.

 

Informática - Utilização do Sistema Operacional Windows (XP, 7 e 8). Configurações Básicas do Windows (Xp, 7 e 8). Aplicativos Básicos (bloco de notas, calculadora, Paint, WordPad). Textos Microsoft Word (2010) Planilha Eletrônica Excel (2010). Recursos Básicos e utilização do Adobe Reader (Adobe Reader). Configuração de Impressoras. Noções básicas de Internet (Internet Explorer a partir da versão 6.0) Noções básicas de Correio Eletrônico – Outlook.
 

Continuar lendo

Shopping