Carreira militar

Concurso Marinha encerra inscrições para a Escola Naval nesta sexta (5)

Destinado a preencher 31 vagas, concurso da Marinha pode ser disputado por candidatos de ambos os sexos com ensino médio e idade entre 18 e 22 anos

Samuel Peressin
Publicado em 13/05/2019, às 15h07 - Atualizado em 05/07/2019, às 09h13

Concurso Marinha - Escola Naval está localizada no Rio de Janeiro, capital fluminense
Divulgação

Terminam nesta sexta-feira (5) as inscrições do concurso da Marinha com oferta de 31 vagas para admissão à Escola Naval, instituição de ensino superior instalada na cidade do Rio de Janeiro/RJ. 

Estão em disputa 19 oportunidades para homens e 12 para mulheres. Os candidatos devem possuir nível médio e idade entre 18 e 22 anos (em 1º de janeiro de 2020).

Os interessados em participar devem efetuar cadastro pelo site www.ingressonamarinha.mar.mil.br, mediante o pagamento de taxa no valor de R$ 106. 

Além da internet, a Marinha oferece atendimento presencial em 23 cidades (Rio de Janeiro/RJ, São Pedro da Aldeia/RJ, Angra dos Reis/RJ, Nova Friburgo/RJ, Vila Velha/ES, Salvador/BA, Natal/RN, Olinda/PE, Fortaleza/CE, Belém/PA, Santana/AP, Parnaíba/PI, Santarém/PA, São Luís/MA, Rio Grande/RS, Porto Alegre/RS, Paranaguá/PR, Florianópolis/SC, Ladário/MS, Brasília/DF, Santos/SP, São Paulo/SP e Manaus/AM).

Concurso Marinha: como serão as provas 

A seleção será iniciada com prova objetiva de matemática e inglês, prevista para a segunda quinzena de agosto, e avaliação objetiva de física e português, além de redação, agendadas para a primeira quinzena de setembro. Haverá aplicação nos 23 municípios habilitados para receber inscrições.

As outras etapas abrangem inspeção de saúde, teste de aptidão física e avaliação psicológica (AP) e verificação de documentos, entre outubro e novembro. O início do curso está marcado para 3 de fevereiro de 2020.

Concurso Marinha: situação após admissão à Escola Naval

De acordo com o edital do concurso da Marinha, os estudos têm duração de quatro anos, em regime de internato. Os recrutas são matriculados como aspirantes, com vencimentos de R$ 1.176. Após a formatura, já na graduação de segundo tenente, o salário sobe para R$ 7.490.

Cada um dos quatro anos letivos é dividido em duas partes: período acadêmico (dedicado a atividades de ensino, treinamento físico e formação militar-naval) e período de verão (voltado a atividades como estágios de adaptação, sobrevivência no mar e na selva e viagens de instrução).

No início do terceiro ano, os aspirantes poderão escolher se especializar em um dos três corpos da Marinha e suas respectivas habilitações. As opções incluem: Corpo da Armada (mecânica, eletrônica ou sistemas de armas), Corpo de Fuzileiros Navais (mecânica, eletrônica ou sistemas de armas) e Corpo de Intendentes (administração).

Os alunos que concluírem com aproveitamento o ciclo escolar serão declarados guardas-marinha (GM) e matriculados no ciclo pós-escolar (CPE), que tem duração de um ano.

Após este período, os militares que completarem o CPE com êxito receberão o diploma de graduação em ciências navais e serão nomeados segundo-tenente, posto em que se inicia a carreira de oficial da Marinha.

Prova anterior Marinha

Para auxiliar nos estudos, o JC Concursos liberou as provas anteriores do órgão, além do gabarito para consulta das questões. É importante avaliar se a organizadora será a mesma que o novo processo de seleção, direcionando a preparação para o estilo da banca.

+ Acompanhe mais informações e a cobertura completa da seleção acessando a página do concurso da Marinha para a Escola Naval. 

Sobre Marinha - Marinha do Brasil

Marinha do Brasil pertence as Forças Armadas do Brasil e é responsável por conduzir operações navais. É a maior da América do Sul e da América Latina e a segunda maior da América, depois da Marinha dos Estados Unidos.

A Marinha esteve envolvida na guerra de independência do Brasil. Por volta de 1880, a Armada Imperial Brasileira era a mais poderosa da América do Sul. Após a rebelião naval de 1893, houve um hiato em seu desenvolvimento, até 1905, quando o Brasil adquiriu dois dos dreadnoughts mais poderosos e avançados da época, o que provocou uma corrida armamentista naval com as nações vizinhas, sobretudo a Argentina e Chile. A Marinha do Brasil participou na Primeira Guerra Mundial e na Segunda Guerra Mundial, participando de patrulhas anti-submarinos no Atlântico.

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