Três cargos

Concurso Depen: pedido segue em análise para 309 vagas

Oportunidades do concurso Depen (Departamento Penitenciário Nacional) são para os cargos de agente e especialista. Níveis médio, técnico e superior

Camila Diodato
Publicado em 19/06/2019, às 15h14 - Atualizado em 16/07/2019, às 11h22

Órgão também aguarda criação de 1.580 vagas, solicitação em análise no Ministério da Economia
Divulgação

O novo concurso Depen (Departamento Penitenciário Nacional) depende de autorização por parte do Ministério da Economia para que seja divulgado. O pedido encaminhado este no visa ao preenchimento de 309 vagas em seu quadro de pessoal.

Consta na solicitação que, do total de oportunidades, 294 destinam-se à carreira de agente federal de execução penal e 15 para especialista federal em assistência à execução penal.

No caso do agente, para concorrer é necessário possuir ensino médio e carteira de habilitação a partir da categoria “B”. A remuneração inicial é de R$ 6.030, incluindo gratificação de desempenho e auxílio-alimentação de R$ 458. Para os servidores veteranos, a remuneração chega a R$ 10.202,50.

Já o especialista destina-se a quem possui formação de nível superior em áreas específicas. O inicial, neste caso, é de R$ 5.865,70.

Concurso Depen: criação de cargos

Também no Ministério da Economia, está em avaliação o pedido que prevê a criação de 1.580 vagas para três cargos: 1.440 para agente, 36 para técnico e 104 para especialista.

O posto de técnico federal de apoio à execução penal, não contemplado no pedido do concurso do Depen, pede nível médio ou médio/técnico, com inicial de R$ 4.120,28.

Em dezembro, o documento chegou a apresentar algumas alterações e a expectativa é de que tais oportunidades sejam criadas o mais rápido possível, para assim reforçar o quadro de servidores do órgão.

A movimentação ocorreu no final de dezembro quando o protocolo foi concluído na Divisão de Provimento e Vacância, onde estava parado desde o dia 3 de dezembro do mesmo mês.

Último concurso do Depen

Em 2014, o Departamento Penitenciário Nacional lançou edital com 258 vagas e cadastro reserva de pessoal. As oportunidades foram distribuídas entre as carreiras de agente, técnico e especialista.

A lotação ocorreu na sede (localizada em Brasília/DF) ou em uma das cinco penitenciárias federais situadas nas cidades de Brasília/DF, Campo Grande/MS, Catanduvas/PR, Mossoró/RN e Porto Velho/RO.

Sob a organização do Cespe/UnB, a triagem do concurso do Depen constou de provas objetivas, testes discursivos, aptidão física, avaliação psicológica, exame médico e investigação social.

Os exames objetivos apresentaram 120 questões sobre conhecimentos básicos (língua portuguesa, atualidades, noções de ética no serviço público, noções de direitos humanos e participação social), complementares e específicos. Já os testes discursivos foram compostos por um texto dissertativo de até 30 linhas acerca de tema baseado em conhecimentos básicos de atualidades.

As provas foram realizadas em todas as capitais brasileiras, mais o Distrito Federal e as cidades de Catanduvas/PR e de Mossoró/RN.

Prova anterior para Depen 2019 

Para auxiliar nos estudos, o JC Concursos liberou diversas provas anteriores da DEPEN, além dos gabaritos para consulta das questões aplicadas. Verifique se a organizadora será a mesma para o novo concurso Depen, direcionando assim, seu estudo para o estilo da banca.

+ O JC Concursos acompanha o andamento completo do edital, confira todas as novidades na página do concurso Depen.

Sobre Depen - Departamento Penitenciário Nacional

A história do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), cujo regimento interno foi aprovado pela portaria 674, de 20 de março de 2008, é oriunda do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária, primeiro órgão de execução penal, subordinado ao Ministério da Justiça. O conselho tinha por objetivo proporcionar um contingente de informações, análises, deliberações e estímulo intelectual e material às atividades de prevenção da criminalidade. Preconiza-se para este órgão a implementação, em todo o território nacional, de uma nova política criminal e penitenciária, a partir de periódicas avaliações do sistema criminal, criminológico e penitenciário, bem como a execução de planos nacionais de desenvolvimento quanto às metas e prioridades da política a ser executada.

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